03
dez
2020

PF diz que agiotas ameaçaram matar o prefeito Eudes Sampaio caso não fosse pago propina de até 30% de recursos da saúde 

Durante coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (03) o delegado Renato Madsen, superintendente da Polícia Federal no estado, acompanhado do Procurador Chefe do Ministério Público Federal, José Leite e do delgado Regional de Investigação e Combate a Corrupção, Lenadro Ribeiro, disseram que um prefeito maranhense procurou a PF no bairro da Cohama para denunciar que estava sendo ameaçado por criminosos que cobravam propina de um recursos que totaliza R$ 5 milhões nas contas da prefeitura.

Procurador Chefe do Ministério Público Federal, José Leite, delegado Renato Madsen, superintendente da Polícia Federal e delegado Regional de Investigação e Combate a Corrupção, Leandro Ribeiro, durante coletiva de imprensa.

Durante coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (03), o delegado Renato Madsen, superintendente da Polícia Federal no estado, acompanhado do Procurador Chefe do Ministério Público Federal, José Leite e do delegado Regional de Investigação e Combate a Corrupção, Leandro Ribeiro, disse que um prefeito maranhense procurou a PF no bairro da Cohama para denunciar que estava sendo ameaçado por criminosos que cobravam propina de recursos que totalizam R$ 5 milhões.

Sem revelar o nome do gestor municipal tampouco a região na qual a cidade dele pertence, o delegado Renato Madsen disse que o prefeito se sentia ameaçado e assustado com os indivíduos que exigiam o repasse de 20% a 30% de recursos do Ministério da Saúde que tinham sido transferidos para uma das contas da prefeitura.

Embora o nome do prefeito não tenha sido revelado, reportagem da TV Mirante exibida no JMTV 1ª edição apurou que trata-se do prefeito de São José de Ribamar, Eudes Sampaio, do PTB, que não conseguiu se reeleger nessas eleições na cidade balneária.

De acordo com o delegado, o prefeito é vítima dessa trama. Renato Madsen contou também que o gestor estava sendo ameaçado até de morte caso se recusasse a pagar os valores exigidos pelos criminosos.

Na coletiva de imprensa, os delegados informaram, ainda, que os criminosos são agiotas e outras pessoas com históricos de crimes de homicídios e tortura, entretanto, não revelaram o nome deles.

“A partir de agora começa uma nova etapa da investigação para saber quais os demais envolvidos nessas trama”, disse o superintendente da Polícia Federal do MA.

O delegado ainda contou que o prefeito estava sendo alvo de constantes cobranças na sua residência onde os criminosos chegaram a invadir e, até na rua, quando encontravam o gestor em compromissos pessoais e/ou oficiais.

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