23
set
2020

Desembargadora Nelma Sarney irá processar candidato a prefeito de Presidente Dutra, Biné Soares

Nelma não deu hospital para advogado como diz Biné...

Nelma não deu hospital para advogado como diz Biné…

O candidato a prefeito do PSDB na cidade de Presidente Dutra, Biné Soares, deverá ser processado pela desembargadora do Tribunal de Justiça do Maranhão, Nelma Celeste Souza Silva Sarney.

A informação foi repassada ao Blog do Domingos Costa por uma fonte próxima a Desembargadora.

A decisão de Nelma em processar Biné – atual presidente da Câmara de Vereadores – é pelo fato de ele ter usado um evento político partidário no qual estavam reunidas diversas pessoas para afirmar que a togada deu o antigo prédio onde funciona o Hospital Biné Soares ao advogado Pedro Américo.

A afirmação de Biné é completamente descabida e leviana, visto que Nelma não deu prédio ao advogado. Na verdade, a Desembargadora enquanto membro da 2ª Câmara Civil do TJ-MA, foi em 2017 relatora no Agravo de Instrumento nº 0800151-84.2017.8.10.0000 no qual o advogado Pedro Américo ingressou na justiça pedindo pagamento de honorários ao antigo hospital.

O julgamento do caso na 2ª Câmara teve participação de outros dois desembargadores, Marcelo Carvalho Silva e Antônio Guerreiro Júnior, que mantiveram decisão do juiz de primeiro grau.

Vale ressaltar que antes de ser vendido à Carvalho Holding Patrimonial Ltda, o hospital havia sido passado a Pedro Américo como forma de quitação de honorários devidos pela empresa Campos e Soares Ltda. Só depois disso ele foi vendido ao Grupo Audiolar.

O grupo comprador destinou o imóvel para o Governo do Estado do Maranhão abrir um hospital de campanha a fim de combater a pandemia do novo coronavírus – COVID-19.

– Nova decisão 

Nesta terça-feira (22), o desembargador Antonio Guerreiro Júnior deferiu liminar em mandado de segurança impetrado pelo advogado Pedro Américo Dias Vieira e manteve, até julgamento do mérito, a validade do negócio envolvendo a venda do Hospital Biné Soares, em Presidente Dutra, para a Carvalho Holding Patrimonial Ltda., do grupo Audiolar.

A venda havia sido cancelada por decisão de outro membro do TJ, desembargador Luiz Gonzaga Almeida Filho. Segundo Guerreiro, o colega foi induzido a erro na ação em que se pediu a revogação do negócio.

Segundo Guerreiro, a empresa Campos Soares Ltda. perdeu o prazo de dois anos para questionar o negócio, que venceu em julho, não em setembro, de acordo com os autos.

Veja AQUI a íntegra da decisão.

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