23
jan
2014

Líder do assalto com reféns em cartório de Imperatriz passou por Pedrinhas e estava em liberdade condicional

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Assaltantes foram presos com armas e dinheiro, exigiram presença dos familiares antes de se entregarem

A tentativa de assalto no cartório do 6º Oficio localizado da Cidade de Imperatriz na tarde de ontem quarta-feira 23/01, só teve fim após quase três horas de negociação.

Por volta das 14h, um policial civil que passava em frente ao cartório percebeu o assalto e informou a policia militar, logo chegou policiais do Esquadrão Águia, em seguida diversas viaturas da polícia militar.

Todo o quarteirão ficou cercado. Durante as negociações além do Delegado Thiago Bardal e Ten. Cel. Markus participaram também o Advogado Jamil Cunha. Após cumpridas as exigências dos assaltante – coletes à prova de balas e presença de familiares – todos os cinco bandidos se entregaram, antes libertaram os 17 reféns e entregaram três revolveres calibre 38.

Os cinco envolvidos foram levados para Delegacia Regional de Imperatriz, todos já tinham passagens pela polícia, dois deles eram menores, e um deles, cumpria medida socioeducativa em regime semiaberto.A polícia ainda encontro uma quantia de R$ 260,00 dentro da bermuda de um dos bandidos.

Os cinco participantes do assalto residiam em bairros de Imperatriz. Daniel Mareiro da Silva, 34 anos, morador do Bairro Sol Nascente; Francisco de Assis Marinho, 18 anos, residente na Vila Redenção; Mairon Kevin Nascimento Silva, 21 anos, morador do Bairro São José; L.S.P,16 anos e G.R.O ambos do Bairro Novo Horizonte.

O líder da quadrilha de assaltantes, Daniel Marreiro da Silva, o “escurinho”, 34 anos, ex-detento de Complexo Penitenciário de Pedrinhas é conhecido da polícia. Escurinho foi condenado por latrocínio, (roubo seguido de morte). Condenado 17 anos de prisão, estava em liberdade há cinco meses, causando terror no Bairro Sol Nascente.

Mais de 40 policiais estiveram envolvidos na operação. Tinha ainda o reforço do Grupo Tático Aéreo (GTA) e o apoio da Polícia Civil.

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A movimentação de policias, imprensa e curiosos foi grande nas mediações do Cartório

1 Comentário

  1. blank Ze Pessoa disse:

    Sinceramente, não dá pra entender os critérios que a justiça utiliza para conceder privilégios a esses marginais de extrema periculosidade que cometeram crimes absurdos. Liberdade condicional? Qual a condição? Até o próximo crime? Imagine só quantos indivíduos desses, nas mesmas condições cometem crimes bárbaros cuja autoria se desconhece? Por essas e outras que vivemos no caos.

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