09
jan
2015

Roseana Sarney deixou governo com rombo de R$ 1,2 bilhão

10901550_782768988469939_1949066825_o (1)O Chefe da Casa Civil do governo do Estado, Marcelo Tavares, a Secretária Estadual de Planejamento de Orçamento Cyntia Mota Lima e o Secretário de Fazenda Marcellus Ribeiro Alves, concederam entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (09) para detalhar a situação Fiscal do Governo.

Marcelo Tavares apresentou demonstrativo referente a dívidas deixadas pelo governo Roseana Sarney, que juntas, chegam a um rombo de R$ 1,1 bilhões.

Tavares explicou que a dívida deixada pelo governo anterior inclui R$ 545 milhões referentes a dívidas com precatórios, R$ 423 milhões de restos a pagar e R$ 86 milhões de verbas retidas dos servidores públicos, descontados dos salários dos servidores, mas que não foram repassadas aos agentes credores. O chefe da Casa Civil explicou que Roseana deixou o Caixa do Estado em situação crítica, deixando apenas R$ 24 milhões de reais.

Apesar das dívidas herdadas, governo Flávio Dino vai honrar com todas as obrigações financeiras.

Marcelo Tavares explicou como o governo conseguirá receita para garantir o pagamento dos servidores referente ao mês de janeiro, bem como as demais obrigações financeiras. Uma parte dos recursos virá graças ao bloqueio dos últimos pagamentos autorizados pelo ex-governador Arnaldo Melo no final do ano passado. “Ao bloquear pagamentos com indícios de irregularidades, o governador Flávio Dino se preocupou em garantir a liquidez do fluxo de caixa para o pagamento da folha de janeiro”, disse.

Outra parte dos recursos para cobrir os rombos virá do corte de gastos de custeio desnecessários: “Desde o primeiro dia o governo está trabalhando para garantir que haja recursos necessários para investimentos prioritários. O governo Flávio Dino honrará com todas as obrigações financeiras”, disse Tavares.

O corte de gastos deverá atingir 30% no orçamento de custeio e garantirá, se houver necessidade de mantê-lo até o fim do ano, uma economia de mais de R$ 800 milhões.

Tavares enfatizou que os cortes não afetarão os investimentos do governo nas áreas sociais e nos programas de desenvolvimento econômico do Estado.

Onde haverá cortes

– Contratos de convênios assinados com suspeitas graves no faturamento;

– Contratos não relacionados aos interesses diretos dos maranhenses;

– Artigos de Luxo;

– Transferências de prédios alugados pelo Estado para imóveis pertencentes ao patrimônio do governo.

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