29
dez
2014

Robson Paz fala dos desafios e diz que transição praticamente inexistiu

Na entrevista ao Jornal o Imparcial, próximo secretário de estado da Comunicação, jornalista Robson Paz, falou dos seus planos e do futuro governador para um dos setores mais importantes e estratégicos do governo.

próximo secretário de estado da Comunicação, jornalista Robson Paz

Próximo Secretário de Estado da Comunicação, jornalista Robson Paz

Flávio Dino (PCdoB) tem anunciado seu plano em investir de forma descentralizada na mídia e promover uma democracia. Robson informa que a ideia é investir em jornais regionais, rádios comunitárias e blogs para que o máximo de pessoas seja atingidas pela informação e quebrar o latifúndio político que hoje existe no Maranhão.

Sobre “comunicação democrática”: “Antes de tudo, trata-se de uma comunicação cidadã em que a população tenha, de fato, pluralidade de veículos, de vozes e, consequentemente, garantido o direito de acesso irrestrito às informações. É necessário superar o modelo atual de comunicação monopolista em que poucas famílias com forte atuação política são proprietárias da absoluta maioria das emissoras de TV, rádio, jornais e portais de internet no Estado. Há, portanto, um cenário de latifúndio midiático que priva a população de informações essenciais na medida em que cabe a este pequeno grupo de privilegiados decidir o que deve ou não ser de conhecimento da população.” Disse ao Jornal O Imparcial.

– Curto período de transição no setor da comunicação: “A transição praticamente inexistiu como em quase todas as áreas. Tivemos duas reuniões com a secretária Carla Georgina, mas as informações repassadas são muito superficiais. Portanto, insuficientes para fazer um diagnóstico preciso. A realidade em sua plenitude, nós só vamos conhecer a partir do dia 2 de janeiro de 2015, após tomarmos posse e começarmos o trabalho na Secretaria”.

– Rádio Timbira: Houve a tentativa de parte da mídia ligada ao grupo Sarney em passar a idéia de que eu teria elogiado uma pretensa modernização da Rádio Timbira. Fato que, por óbvio, não é verdadeiro. Estive nos estúdios e no parque de transmissores da emissora, a convite do ex-gestor Juraci Filho, e o que constatei foi o esforço dele enquanto profissional, dentro das condições que lhe foram oferecidas, para manter a rádio no ar. Mas, algo incipiente para a grandeza e potencialidade da Rádio Timbira. Ter um ou outro equipamento moderno em nada reduz a responsabilidade dos sucessivos governos de Roseana Sarney em deixar sucateada e abandonada a emissora. Isto ocorreu desde seu primeiro mandato. De 1995, quando houve a extinção da Rádio Timbira, até 2014, quando foi proibida a participação dos ouvintes nos programas da emissora. Ou seja, algo inconcebível para uma rádio pública. Censura em pleno século 21. Outra prova contundente do abandono da emissora são atuais níveis de audiência.”

– Sobre a internet: Flávio Dino diz querer universalizar o acesso. Como afirmei nosso estado apresenta os menores índices de frequência de uso da internet com 21% de pessoas que usam este meio de comunicação sete dias por semana. Uma das propostas do governador Flávio Dino é desenvolver programas e projetos que possam reverter este cenário a partir da ampliação de internet de banda larga. A inclusão digital no Estado será desenvolvida com ações intersetoriais envolvendo várias secretarias.”

Acompanhe a íntegra da reportagem AQUI

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