21
jun
2020

Prefeitos maranhenses propineiros nas teias da chantagem…

Imagem maramente ilustrativa….

Chegou ao conhecimento do Ministério Público Federal a atuação de uma organização criminosa formada por prefeitos e prefeitas maranhenses especialistas em desvios de recursos públicos, sobretudo, nesse período de pandemia da covid-19.

O grupo tem ramificações no Legislativo, judiciário, e esquema criminoso de propina com empresários e escritórios de diversos advogados maranhenses, além de lobistas negociadores de sentenças junto a diversas figuras do judiciário maranhense.

O caso é gravíssimo!!!

A organização, conhecida e monitorada pela Polícia Federal atua na prática criminosa de desvio de recursos públicos e é conhecida nos bastidores como beneficiária no recebimento de propina oriundo de superfaturamento de contratos públicos envolvendo dinheiro de prefeituras maranhenses.

Na prática, esses prefeitos e prefeitas tramam junto com os seus responsáveis pelas CPL – Comissão Permanente de Licitação (CPL), formas de beneficiar empresas aliadas às suas gestões e, dessa forma, superfaturar contratos que envolvem recursos públicos.

A maioria dos gestores maranhenses que recebem propinas de empresas beneficiadas pelas prefeituras, possuem sinais aparentes de riqueza ilícita, muitos desses pilotam, por exemplo, carros como as luxuosas Toyota Hilux Sw4. Difícil um prefeito corrupto que não pilote um carro desse nível.

Os bandidos que surrupiam recursos públicos são tão cruéis que tentam assediar blogueiros e membros da imprensa na tentativa de impedir que publicações sejam tornadas públicas acerca do esquema criminoso. A intenção é esconder o desvio de recursos públicos por meio de superfaturamento.

As propostas para os meios de comunicações são pra lá de tentadoras.

Muitas vezes os prefeitos analfabetos e semi-analfabetos, sem qualquer instrução, alguns com sinais aparentes de riqueza ilícita, obrigam os presidentes de CPL a selarem contratos fraudulentos para arrecadarem propinas e aumentarem suas riquezas.

Os empresários sem chance de ganhar licitação, se veem obrigados a negociar com os “operadores” das prefeituras. A partir daí começa a chantagem. As negociações giram em torno de R$ 20 mil e R$ 100 mil reais, geralmente pagos em dinheiro vivo. Tudo dinheiro que os prefeitos (as) desviam dos cofres públicos.

Fatores decorrentes da pandemia de covid-19 tornaram os “operadores” desses prefeitos mais audaciosos. A falta de insumos médicos levou gestores públicos a dispensarem licitações para desviar recursos públicos.

Alguns desses prefeitos maranhenses, que já deveriam estar presos, superfaturaram diversos produtos, sobretudo, a demanda por EPIs, respiradores e materiais hospitalares.

Cientes que podem ser presos a qualquer momento e à véspera do processo eleitoral, estes prefeitos parecem não temer a atuação da Polícia Federal e continuam a selar contratos suspeitos que apontam para desvio de recursos da saúde em plena pandemia do coronavírus.

Essa realidade pode ser constatada nas publicações do diário oficial e no sistema de acompanhamento de contratações públicas (SACOP) do Tribunal de Contas do Estado do Marannhão.

Até quando esses prefeitos e prefeitas bandidos (as) irão saquear os recursos públicos?!

O MPF deve atuar o mais breve possível…

1 Comentário

  1. José Iran disse:

    Bravo meu jovem jornalista,continue com essa imprensa investigativa que em breve será o blog mais do Estado.Cadeia para esses Prefeitos ladrões que a maioria absoluta tem apartamentos de luxo na capital.Quando trabalhava em uma corretora ví a venda de mais 70 apartamentos para Prefeitos do interior do Estado.

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