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Prefeito de Cândido Mendes mandou matar secretário de Saúde após descoberta de caso extraconjugal

Mazinho Leite mantinha um relacionamento extraconjugal com a esposa do secretário de Saúde e, mancomunado com ela, mandou matá-lo assim que o caso foi descoberto.

Prefeito Mazinho Leite tramou junto com a amante, advogada Edna Maria – então Procuradora do Município – a morte do secretário de Saúde Rolmerson Robson.

A Polícia Civil diz não restar dúvida que o prefeito de Cândido Mendes, José Ribamar Leite Araújo, o Mazinho (PP), atuou como mandante do assassinato de Rolmerson Robson, então secretário de Saúde do município. O crime ocorreu no dia 21 de fevereiro de 2014 em uma emboscada quando a vítima dirigia pela estrada que liga a sede da cidade ao povoado Águas Belas.

Rolmerson  foi morto com três tiros: um no ombro, outro no pescoço e o terceiro na nuca. Então titular da Saúde de Cândido Mendes na primeira gestão de Mazinho Leite, Robson era casado com a advogada Edna Maria Cunha de Andrade. As investigações apontam que o prefeito agiu de forma orquestrada com a esposa do ex-secretário, na época Procurado do município, após a descoberta de um relacionamento extraconjugal dela com o gestor da cidade.

No dia 03 de agosto de 2018 o Blog do Domingos Costa publicou post no qual revelou que a Procuradoria Geral de Justiça (PGJ) do Maranhão tinha instaurado um Procedimento Investigatório Criminal (PIC) para apurar se o prefeito atuou como mandante do assassinato de Rolmerson (LEMBRE).

– Prisão

Ney era funcionário da secretaria de Saúde e é apontado pela polícia como autor dos tiros por ordem do prefeito Mazinho Leite.

Na manhã desta quarta-feira (16), a Polícia Civil do Maranhão cumpriu em São Luís mandado de prisão em desfavor de Ney Moreira Castro, na época do assassinato ele era funcionário da secretaria municipal de Saúde.

As investigações apontam para Ney como o autor dos tiros que ceifaram a vida de Rolmerson Robson. No seu depoimento, o acusado apresentou versões conflitantes ao longo do inquérito policial.

De acordo com o delegado Guilherme Souza Filho, os exames periciais foram decisivos para elucidar o caso, pois apresentaram comprovações que os tiros contra o secretário foram disparados do banco de trás de dentro do veículo que ele se encontrava, e não por pistoleiros que o abordaram em um motocicleta como alegaram as duas únicas testemunhas oculares, no caso, Ney Moreira e a advogada Edna Maria.

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