01
nov
2013

Plano de Cargos, Carreiras e Salário dos Servidores de Raposa deixa o prefeito numa “sinuca de bico”

Prefeito de Raposa Clodomir de Oliveira(PRTB)

Prefeito de Raposa Clodomir de Oliveira(PRTB)

É nas adversidades dos problemas diários que mostramos se realmente somos competentes. Preste à completar um ano no cargo como Prefeito de Raposa, Clodomir dos Santos Oliveira, administrativamente, se depara com o primeiro grande desafio de sua gestão.

Aprovado na última sexta-feira 25/10, na Câmara de Vereadores de Raposa, o Plano de Cargos, Carreiras e Salários dos Servidores Públicos de Raposa – PCCS, é uma “batata quentíssima” nas mãos do gestor.

Os servidores públicos de Raposa são merecedores da devida valorização salarial, sem sombra de dúvida, o mérito da questão é indiscutível. A árdua luta dos servidores, representados pela entidade de classe e o incessante esforço dos lideres sindicais locais, foram fundamental para aprovação do Projeto na Câmara de Vereadores.

O projeto nº 04/2012, que trata do PCCS, foi preparado ainda na gestão desastrosa do ex-prefeito Onacy Vieira Carneiro, chegou na Câmara de Vereadores em maio de 2012, por lá, adormeceu até a última sexta-feira, quando por votação unanime dos vereadores foi aprovado.

O bom tempo que o Projeto ficou empacado na Câmara, se deve as articulação do Presidente da Câmara Eudes Barros(PRTB) que sem interesse durante o período que o sogro esteve no comando da Prefeitura, decidiu jogar, só agora, em 2012, o pepino direto ao atual gestor.

O termômetro das discussões entre o chefe do executivo e as entidades representativas de classe, pela sanção do Projeto, puderam ser conhecidas na reunião da última terça-feira 29/10, na sede da Prefeitura. Entre os muitos artigos e as divergências no PCCS, ficou claro que o assunto não está definitivamente resolvido.

Clodomir tem agora um Projeto que não foi criado em sua administração, aprovado por unanimidade na Câmara, que se sancionado – e bom seria para os servidores – trará um impacto financeiro aos cofres públicos estimados em aproximadamente R$ 100 mil reais mensais.

Resultado: O aumento nos vencimentos dos servidores, previsto no Projeto, segundo fontes da Prefeitura, representa situação embaraçosa para o cofre da Prefeitura e são irreais para a realidade financeira da Cidade.

Como agir? Aprovar e comprometer as finanças?

Vetar o projeto e bater de frente com os servidores? Se feito, certamente, iniciarão uma paralisação que só terá fim após sanção do Prefeito ao Projeto do PCCS.

Especulações dão conta que, se aprovado, o Projeto resultará no corte de inúmeros funcionários contratos na folha da Prefeitura. Evidentemente, que os supostos cortes, serão de servidores mais alinhados ao grupo do ex-prefeito Paraíba. Seria uma espécie de resposta ao “fogo amigo” de Eudes Barros, que movimentou-se nos bastidores para junto com os demais vereadores aprovar o PCCS.

Independentemente da decisão do Prefeito, todas as opções, de uma forma ou de outra, trazem em seu bojo, desgaste político a atual gestão e, precisam de muito traquejo para solução.

De certo, que o Prefeito Clodomir de Oliveira precisa de uma jogada com muita habilidade para sair dessa sinuca de bico.

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