Prefeito Padre Jozias(PMDB) está livre dos Murad’s e com aprovação popular

“Até que em fim, agora o Padre Jozias está livre!”, essa é a frase mais ouvida nas rodas de conversas política no Município de Peritoró, em relação à decisão acertada do Prefeito Jozias(PMDB) que rompeu as amarras que o prendiam ao ditador “deputado-secretário” Ricardo Murad(PMDB) e seu sobrinho vice-prefeito, playbozinho Jorginho Murad.

Aos que duvidam que o Prefeito Jozias errou, a opinião popular trata de  mostrar que o ex-padre acertou em cheio no inadiável rompimento.

De inicio, o assunto mais comentado na Cidade é o rompimento, que, diga-se de passagem, tem aprovação da população peritoroense.

A atitude do chefe do executivo, mostra que Peritoró tem um homem de coragem, que não teme retaliações, pois tem a confiança popular ao seu lado. A popularidade do gestor cresceu significativamente após a quebra das algemas que o prendiam aos Murad’s.

Livre, o Prefeito tem maior possibilidade de realizar a transformações prometidas durante a campanha eleitoral.

O vereador de Imperatriz, Rildon Amaral(SSD), usou a Tribuna da Câmara de Vereadores na última terça-feira (29), para denunciar que os convênios do Governo do Estado e do Governo Federal, estão sendo usados de forma eleitoreira na Região Tocantina.

Segundo Rildon, a politicagem consiste no oferecimento de recursos em troca de apoio em favor do pré-candidato da família Sarney ao governo do Estado – que  não cresce nas pesquisas – Luís Fernando Silva (PMDB),

Para Amaral, o ex-prefeito de São José de Ribamar está personalizando as atitudes do governo. O vereador diz que o secretário está cooptando aliados com recurso do governo federal.

”Se promete recurso, verbas para um candidato que o apoie. Isso não é compra de votos? Em cidades pequenas, onde o recurso é muito pequeno, o prefeito tem que estar se escondendo [enquanto oposição] se não, não recebe recurso”.

Acompanhe o vídeo que mostra o pronunciamento do Vereador:

Prefeito de Raposa Clodomir de Oliveira(PRTB)

Prefeito de Raposa Clodomir de Oliveira(PRTB)

É nas adversidades dos problemas diários que mostramos se realmente somos competentes. Preste à completar um ano no cargo como Prefeito de Raposa, Clodomir dos Santos Oliveira, administrativamente, se depara com o primeiro grande desafio de sua gestão.

Aprovado na última sexta-feira 25/10, na Câmara de Vereadores de Raposa, o Plano de Cargos, Carreiras e Salários dos Servidores Públicos de Raposa – PCCS, é uma “batata quentíssima” nas mãos do gestor.

Os servidores públicos de Raposa são merecedores da devida valorização salarial, sem sombra de dúvida, o mérito da questão é indiscutível. A árdua luta dos servidores, representados pela entidade de classe e o incessante esforço dos lideres sindicais locais, foram fundamental para aprovação do Projeto na Câmara de Vereadores.

O projeto nº 04/2012, que trata do PCCS, foi preparado ainda na gestão desastrosa do ex-prefeito Onacy Vieira Carneiro, chegou na Câmara de Vereadores em maio de 2012, por lá, adormeceu até a última sexta-feira, quando por votação unanime dos vereadores foi aprovado.

O bom tempo que o Projeto ficou empacado na Câmara, se deve as articulação do Presidente da Câmara Eudes Barros(PRTB) que sem interesse durante o período que o sogro esteve no comando da Prefeitura, decidiu jogar, só agora, em 2012, o pepino direto ao atual gestor.

O termômetro das discussões entre o chefe do executivo e as entidades representativas de classe, pela sanção do Projeto, puderam ser conhecidas na reunião da última terça-feira 29/10, na sede da Prefeitura. Entre os muitos artigos e as divergências no PCCS, ficou claro que o assunto não está definitivamente resolvido.

Clodomir tem agora um Projeto que não foi criado em sua administração, aprovado por unanimidade na Câmara, que se sancionado – e bom seria para os servidores – trará um impacto financeiro aos cofres públicos estimados em aproximadamente R$ 100 mil reais mensais.

Resultado: O aumento nos vencimentos dos servidores, previsto no Projeto, segundo fontes da Prefeitura, representa situação embaraçosa para o cofre da Prefeitura e são irreais para a realidade financeira da Cidade.

Como agir? Aprovar e comprometer as finanças?

Vetar o projeto e bater de frente com os servidores? Se feito, certamente, iniciarão uma paralisação que só terá fim após sanção do Prefeito ao Projeto do PCCS.

Especulações dão conta que, se aprovado, o Projeto resultará no corte de inúmeros funcionários contratos na folha da Prefeitura. Evidentemente, que os supostos cortes, serão de servidores mais alinhados ao grupo do ex-prefeito Paraíba. Seria uma espécie de resposta ao “fogo amigo” de Eudes Barros, que movimentou-se nos bastidores para junto com os demais vereadores aprovar o PCCS.

Independentemente da decisão do Prefeito, todas as opções, de uma forma ou de outra, trazem em seu bojo, desgaste político a atual gestão e, precisam de muito traquejo para solução.

De certo, que o Prefeito Clodomir de Oliveira precisa de uma jogada com muita habilidade para sair dessa sinuca de bico.

Geraldo Castro ocupava o cargo de assessor especial para Assuntos de Habitação, onde teve destacada atuação.

O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, anunciou na noite desta quinta-feira (31) o professor Geraldo Castro Sobrinho como novo secretário de municipal de Educação.

Geraldo Castro é graduado em História pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), com larga experiência em Educação, onde atua há 25 anos. Assumiu mandato na Câmara Municipal de São Luís na legislatura anterior, tendo atuado em favor da Transparência dos gastos municipais e mediação de conflitos.

Desde o início da atual gestão, Geraldo Castro ocupava o cargo de assessor especial para Assuntos de Habitação, onde teve destacada atuação.

Neste momento, Geraldo Castro participa de reunião de trabalho com o prefeito Edivaldo Holanda Júnior e os secretários Rodrigo Marques (Governo) e Márcio Jerry (Comunicação) para definir as primeiras ações à frente da nova pasta.

IMG_0797A obra de construção do meio fio na estrada do Município de Raposa, além de um grande engodo, é um embaralhado de mentiras sem tamanho.

Nas cinco placas de publicidades com logo tipo gigantesco do Governo do Estado espalhada ao longo da MA 203, mostra a quantidade de empregos, que segundo a Governadora Roseana Sarney, foram gerados no Município.

150 é a quantidade de empregos gerados, mas isso fica mesmo só na teoria. Tudo não passa de mais uma publicidade mentirosa do pré-candidato da família Sarney que não cresce nas pesquisas, Luís Fernando.

Onde estão esses empregos gerados? Até agora a população raposense espera “Dr. Luís”.

O nome da empresa que executa os serviços é um mistério sem fim. Os poucos funcionários da obra vieram de São Luís – não totalizam nem 1/3 do total exibido na placa de publicidade – deixando claro que empregos gerados aos moradores de Raposa é mais uma, das muitas, contradições do Governo do Estado.

Pra completar, a SINFRA – Secretaria de Estado de Infraestrutura, está construindo um canteiro central na entrada da Cidade, sem sinalização adequada, resulta em inúmeros acidentes diariamente no local.

Outra reclamação dos moradores de Raposa fica por conta da falta de planejamento na obra, não consta plantação de mudas de arvores ao logo canteiro central.

Uma lastima!

empresário Daniel Prado Smith assassinado brutalmente

O adolescente H.P. supostamente envolvido no homicídio do empresário e paisagista Daniel Smith, assessor do Tribunal de Justiça do Maranhão, teve a internação provisória revogada nessa terça-feira (29). A decisão é do juiz José dos Santos Costa, titular da 2ª Vara da Infância e da Juventude da capital.

Ela foi tomada após audiência da qual participaram os menores H. P. e M. R. D. Esse último, quando apreendido, confessou ter praticado o homicídio, citando a participação de outro menor. O objetivo foi a acareação entre os dois para que o primeiro fizesse o reconhecimento do segundo.

Segundo o magistrado, antes da acareação, M. R. D. foi ouvido e negou que o menor H.P. e D. fossem a mesma pessoa, o que culminou com a dispensa da acareação entre as partes.

No termo de declaração assinado por M. R. D., na ocasião da audiência, o acusado afirma “nunca ter visto H. P. em sua vida”. Ainda no termo, ele garante que D. seria alto, moreno e maior do que o menor apreendido. M. R. D. também diz não saber se D. já morreu.

No fim da audiência, o magistrado José dos Santos Costa determinou a expedição do Alvará Liberatório de H.P., bem como a “ampla divulgação de que o referido adolescente não se trata da mesma pessoa que participou da morte de Daniel Smith”.

Além dos menores H.P. e M. R. D., participaram da audiência para acareação o representante do Ministério Público, Raimundo Nonato Cavalcante, o defensor público Marcos Barbosa Carvalho e o advogado do menor, Evandro Soares da Silva Júnior.

Entenda o Caso

O empresário Daniel Prado Smith, de 55 anos, foi sequestrado pelos criminosos no dia 4 de setembro deste ano, e o corpo foi encontrado no dia seguinte, por policiais militares e uma equipe da Superintendencia Estadual de Investigação Criminal (SEIC), em um matagal próximo a uma escola, no Altos do Calhau. O veículo da vítima, modelo Corola, de placa HOZ-1888, foi localizado no bairro do Araçagi. A polícia conseguiu prender os quatro suspeitos do crime.

Um adolescente de 17 anos confessou ser o autor dos disparos que matou o empresário e paisagista anos. A polícia chegou ao menor por meio do rastreamento telefônico da vítima, que estava em poder do assassino confesso.

De acordo com as investigações, também foi preso Jonathan João Nunes, de 19 anos. Fora os dois, Gilvanilson Santos, conhecido como Pato, acabou sendo alvejado durante troca de tiros com a polícia.

Gilvanilson, segundo a polícia, era chefe do tráfico de drogas e fazia parte – juntamente com mais 20 bandidos – de organização criminosa, da área da Vila Conceição, na região do bairro Altos do Calhau, em São Luís. A quadrilha é especializada em assaltos a residências.

Segundo a polícia, eles usaram o carro da vítima para assaltar uma residência no bairro Araçagi, na quarta-feira (4), onde abandonaram o veículo de Daniel. De lá, seguiram em outro carro, também abandonado, desta vez, na Vila Isabel, próximo ao bairro Anjo da Guarda.

Assassinados

Três supostos envolvidos na morte do empresário Daniel Smith foram assassinados. Eduardo Pedro Melonio, Marcelo Henrique Silva, o “Marcelinho”, de 25 anos e Gilvanilson Santos.

G1-MA – A petroleira OGX, de Eike Batista, que entrou com pedido de recuperação judicial nesta quarta-feira (30), anunciou na manhã desta quinta-feira (31) que fechou acordo para vender a fatia que possui na OGX Maranhão – um braço da companhia, ainda considerado confiável, que explora gás na Bacia do Paranaíba.

O comunicado foi feito por meio de fato relevante, disponível na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

eueueA Eneva, antiga MPX e agora controlada pelo grupo alemão E.ON, e a Cambuhy Investimentos comprarão a OGX Maranhão por R$ 200 milhões. A negociação poderá levantar dinheiro na tentativa de salvar a petroleira de Eike.

“A companhia e a Cambuhy celebraram um acordo de compra de ações, por meio do qual a Cambuhy concordou em adquirir da companhia sua participação remanescente na OGX Maranhão por um preço de compra de R$ 200.000.000 (duzentos milhões de reais), sujeito a certos termos e condições que incluem, mas não se limitam à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica e da Agência Nacional de Petróleo, além da aprovação dos credores”, diz a nota da petroleira. A Cambuhy tem entre os sócios a família Moreira Salles.

De acordo com a OGX, a companhia possui oito blocos exploratórios terrestres na Bacia do Paranaíba, por meio da subsidiária OGX Maranhão. Todos os blocos, com área total de 24.500 km², são operados pela companhia. “Esta é uma bacia de nova fronteira, onde a OGX realizou importantes descobertas de gás natural e a produção comercial iniciou em janeiro de 2013”, diz a OGX, em sua página na internet.

No início da semana, bancos credores da OGX Maranhão fecharam uma opção de venda de 66,7% da empresa para a Eneva caso fosse necessária a execução de garantias dos empréstimos.

Os campos de gás no Maranhão estão entre as últimas opções disponíveis para Eike obter recursos para sua endividada petroleira OGX.

No acordo, a Cambuhy e a E.ON também concordaram em investir na OGX Maranhão um valor total de R$ 250 milhões. “O investimento será realizado via aumento de capital na OGX Maranhão, no qual a Cambuhy irá subscrever ações equivalentes a R$ 200.000.000 (Duzentos milhões de Reais) e a E.ON subscreverá ações equivalentes a R$50.000.000 (Cinquenta Milhões de Reais) (“Aumento de Capital”)”, afirma a nota.

Em nota divulgada também na manhã desta quinta-feira, a Eneva diz que “a nova estrutura societária o aumento de capital proporcionarão à OGX Maranhão os recursos necessários para dar seguimento às suas operações e projetos de exploração, assegurando a continuidade das operações e garantindo à Eneva o acesso contínuo ao fornecimento de gás para a usina de geração de energia e produção de gás de Parnaíba”.

“Adicionalmente, a unidade de Exploração & Produção da E.ON fornecerá conhecimento e experiência técnica e operacional ao negócio.”

Dívidas
A petroleira receberá também outros cerca de R$ 144 milhões referentes à dívida líquida da OGX Maranhão com a OGX. Essa quantia será paga gradualmente – R$ 50 milhões na data do aumento de capital da OGX Maranhão, cinco parcelas de R$ 10 milhões de julho a novembro de 2014 e ao redor de R$ 45 milhões em janeiro de 2015, segundo a OGX.

Pedido de recuperação
Na véspera, a petroleira OGX entrou nesta quarta-feira (30) com pedido de recuperação judicial. O pedido foi feito pelo advogado Sergio Bermudes. O anúncio foi publicado em fato relevante nesta quinta-feira, na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

“Em vista da situação financeira desfavorável em que se encontra, dos prejuízos por ela já acumulados, bem como do vencimento recente e vindouro de grande parte de seu endividamento, ajuizou, nesta data, na Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro, pedido de recuperação judicial, em conjunto com suas controladas, OGX Petróleo e Gás S.A., OGX International GmbH e OGX Austria GmbH, nos termos dos artigos 51 e seguintes da Lei n.º 11.101/05, em medida de urgência, mediante deliberação de seu Conselho de Administração realizada na tarde de 30 de outubro de 2013”, diz o fato relevante

A medida já vinha sendo aguardada pelo mercado, com a proximidade do fim do prazo para que a empresa agisse e evitasse um calote formal de sua dívida. O processo de recuperação judicial da petroleira é o maior da história de uma empresa latino-americana, segundo dados da Thomson Reuters.

Como funciona a recuperação jucial
A recuperação judicial é um instrumento da legislação brasileira que permite que empresas que perderam a capacidade para pagar suas dívidas possam continuar operando enquanto negociam com seus credores, com a mediação da Justiça, para tentar evitar a quebra definitiva.

Segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o pedido deverá chegar na sexta-feira (1º) às mãos do juiz Gilberto Clóvis Farias Matos, da 4ª Vara Empresarial, que será responsável pelo processo.

Se o pedido for aprovado pela Justiça, a OGX tem 60 dias para apresentar o plano de recuperação judicial ao juiz, ou pode ser decretada a falência. Apresentando o plano, o juiz vai divulgá-lo para que os credores se manifestem.  Se não houver oposição, ou seja, se ninguém disser não aceito, o juiz pode dar esse plano por definitivo.

O prazo para que os credores aprovem esse plano é de 180 dias (também contados a partir do despacho do juiz). Se o plano não for aprovado em assembleia, a empresa quebra, e o juiz decreta falência. Aprovado o plano, ele é implementado e precisa ser seguido à risca.

Ações
Em nota divulgada na noite desta quarta, a Bovespa informou que as ações da OGX deixarão de fazer parte dos índices do mercado, mas continuarão a ser negociadas na bolsa.

Comunicado datado de 30 de setembro informa que a negociação de ações deve ser suspensa quando o emissor (a empresa) apresentar pedido de recuperação judicial ou extrajudicial.

Negociação falhou
Na terça-feira, a petroleira afirmou que, após meses de negociação, encerrara sem acordo as negociações com credores. No total, apenas em bônus no mercado internacional, a OGX tem de pagar US$ 3,6 bilhões.

Segundo documento obtido pela Reuters, a petroleira declarou dívida consolidada de R$ 11,2 bilhões no pedido de recuperação judicial e disse que não tem qualquer endividamento bancário nem créditos com garantias reais.

No início de outubro, a OGX havia comunicado ao mercado que não pagaria cerca de US$ 45 milhões das parcelas referentes a juros de dívidas emitidas no exterior, vencidas no dia 1º deste mês.

No comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na ocasião, a OGX informou que “a companhia possuía 30 dias para adotar as medidas necessárias sem que seja caracterizado o vencimento antecipado da dívida” de mais de US$ 1 bilhão.

A agência de classificação de crédito Fitch rebaixou o rating da OGX para “C”, de “CCC”, apontando que a inadimplência da companhia era iminente ou inevitável.

Sem dinheiro em caixa
Em documento sobre as negociações disponibilizado em sua página na internet, a OGX aponta que poderá ficar sem recursos em caixa na última semana de dezembro. A empresa também informa que precisará de US$ 250 milhões para satisfazer suas obrigações até o final do primeiro trimestre de 2014.

A OGX afirma que a empresa tinha US$ 82 milhões em disponibilidades no fim de setembro e seus assessores financeiros na negociação com os credores externos – Blackstone e Lazard – estimam desembolsos de US$ 89 milhões apenas a fornecedores até o fim do ano, considerando somente pagamentos críticos a prestadores de serviço no campo de Tubarão Martelo, na Bacia de Campos. A expectativa é que Tubarão Martelo inicie produção em meados de novembro, com vendas do petróleo do campo em janeiro.

O valor atribuído à toda OGX, pelo plano, é de US$ 2,7 bilhões – principalmente composto pelo valor presente líquido de Tubarão Martelo (US$ 1,4 bilhão) e do campo Atlanta (US$ 1,1 bilhão).

O “início do fim”
A OGX, a empresa mais emblemática de Eike Batista, foi criada em 2007 quando o então sétimo homem mais rico do mundo se conferiu direitos para explorar 21 áreas petrolíferas no Brasil. A empresa abriu seu capital em junho de 2008 em uma operação que permitiu arrecadar R$ 6,7 bilhões.

As turbulências tiveram início 2012, quando a companhia divulgou que a vazão de óleo nos primeiros poços perfurados pela empresa em um campo na bacia de Campos era de 5 mil barris de óleo equivalente (boe) por dia – apenas um terço do que o mercado esperava. No dia seguinte, as ações da companhia fecharam em queda de 26,04%.

Na época, o empresário afirmou que a empresa estava trabalhando para elevar a produtividade dos poços na Bacia de Campos e garantiu que a OGX era uma empresa sólida, com caixa e viável.

“A OGX é uma empresa muito viável”, disse Eike então. “Já descobrimos muito petróleo e realizamos uma campanha muito bem sucedida nos últimos três anos”, acrescentou, destacando que a empresa possui US$ 9 bilhões em caixa. “Vamos produzir muito petróleo”, afirmou na ocasião. A promessa não foi cumprida.

As sucessivas frustrações com o nível de produção da OGX e a queima de caixa pela petroleira têm motivado forte queda das ações da empresa, contagiando os papéis de outras companhias de Eike listadas na Bovespa.

Em 1º de julho de 2013, as ações da petroleira atingiram novas mínimas, acumulando uma queda de mais de 95% desde a cotação máxima registrada pelos papéis da companhia, em outubro de 2010, segundo levantamento da consultoria Economatica.

Três dias depois, a OGX informou que os poços atualmente em operação no campo de Tubarão Azul não teriam sua produção aumentada e poderiam parar de produzir ao longo de 2014. “A companhia concluiu que não existe, no momento, tecnologia capaz de tornar economicamente viável o desenvolvimento dos campos de Tubarão Tigre, Tubarão Gato e Tubarão Areia.

Após o anúncio, as principais agências de classificação de risco passaram a rebaixar a nota de crédito da petrolífera de Eike Batista. A Moody’s rebaixou o rating da OGX de B2 para CAA2 com perspectiva negativa. Essa nota indica alto risco de calote, segundo a escala. A Standard & Poor’s (S&P) rebaixou a nota de crédito da petroleira em dois degraus, de ‘B-‘ para ‘CCC’ – nível considerado como um grau de alto risco de inadimplência segundo a escala.

O desempenho da OGX, aquém do esperado, acabou afetando as outras empresas do grupo EBX, que são, de certa forma, interdependentes. A OSX, por exemplo, forneceria os navios para transportar o petróleo explorado pela OGX. Com isso, diante dos problemas da OGX, a LLX – empresa de logística responsável pela construção do Porto de Açú, no estado do Rio de Janeiro – também sentiria os reflexos dos resultados negativos, porque seu objetivo principal seria o de atender os petroleiros da OSX.

Suplente de Deputada Estadual Priscila Sá

A belissima suplente de Deputada Estadual Priscila Sá

Depois que o Blog publicou “Candidatura de Aristeu Nunes desestabiliza Priscila Sá em Presidente Dutra” a bela suplente de Deputada, movimentou-se rapidamente junto ao seu padrinho político, empresário Fernando Sarney e deve retornar à  Assembléia Legislativa na próxima semana. Tudo aconteceu com articulação de seu pai, empresário do ramo de postos de combustível Fernando Sá.

Priscylla retorna ao Parlamento, desta vez, no lugar do Deputado Jota Pinto (PEN), que da noite para o dia, teve problemas de coluna e recorreu a licença médica de 121 dias para tratamento de saúde. Então tá!

Essa é a segunda vez que Fernando Sarney presenteia Priscylla Sá, na primeira oportunidade, Sá assumiu em substituição ao deputado Alexandre Almeida (PTN), durante alguns meses. Desta vez, a  jovem Sá, ficará mostrando a beleza na Assembléia até o mês de Fevereiro do próximo ano.

Os motivos para o retorno ao Parlamento Estadual, são óbvios, Priscylla depois da esplendida votação obtida na eleição de 2010 em Presidente Dutra,  8.999 votos, (43,29%), acreditava que teria surgido das urnas como o grande nome a ser batido na eleição municipal seguinte de 2012. Só que na “hora do vamos ver”, a belíssima deu com os “burros n’gua” e acabou desistindo da candidatura de Prefeita por falta de apoio popular.

A queda do nome de Priscila na opinião pública, fortalece o jovem ex-vereador Aristeu Nunes que cresceu significativamente nos últimos anos em Presidente Dutra, e será candidato a Deputado Estadual no próximo ano, com apoio de Flávio Dino candidato ao Governo do Maranhão.

O retorno da suplente a Assembleia, tem o objetivo de fortalecer o nome da jovem visando a campanha nas próximas eleições, esperam que assim, Priscila Sá possa melhorar sua imagem no cenário político.

dilma folhaEm reportagem publicada na edição de hoje, a Folha de São Paulo avalia que Flávio Dino (PCdoB) pode ter apoio de pelo menos três presidenciáveis na disputa pelo Governo do Maranhão: Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos.

O jornal também destaca a pressão que o grupo Sarney tem feito para não perder o apoio do PT no Maranhão e classifica a candidatura de Luís Fernando Silva (PMDB) como indefinida.

Há duas semanas, a imprensa do país inteiro deu detalhes de uma reunião em que os coordenadores de campanha pela reeleição de Dilma destacaram a necessidade de um forte palanque para a presidente no estado, o que torna insustentável manutenção da aliança com o grupo do senador José Sarney, cada vez mais enfraquecido no Maranhão, e fortalece a hipótese de apoio a Dino, preferido nas pesquisas de intenções de voto.

De acordo com Folha, “no Maranhão, estado de tamanho intermediário do Nordeste, os três presidenciáveis ensaiam apoio ao nome de Flávio Dino, que lidera as pesquisas e que está hoje no governo federal, presidindo a Embratur. Mas a família Sarney pressiona a presidente Dilma a ficar com o candidato do clã, ainda indefinido. Nos outros cinco Estados Dilma também já tem perspectivas de palanques, mas em Sergipe pode dividi-lo com Campos”.

A matéria destaca a vantagem da presidente Dilma Rousseff (PT) em relação aos adversários no que diz respeito a montagem de palanques na região Nordeste, reduto eleitoral de Eduardo Campos (PSB).

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Apesar da perda, Prefeito continua com maioria na Câmara. Vereadores Constantino (PSB); Naldo Lisboa(PV); Elton Sanches (PPS); Jesusmar Aurino (PMDB) e Irmao Bentinho(PTC).

O clima político no Município de Peritoró, a 238 km de São Luís, não é dos melhores. Depois do rompimento público com o correligionário ditador deputado/secretário de Saúde Ricardo Murad, (LEMBRE AQUI) o Prefeito Padre Jozias(PMDB) enfrenta as primeiras dificuldades por conta da perseguição do tratorzão.

Com ordens direta do tio, o vice prefeito da Cidade, “playboizinho” Jorginho Murad(PSD) – que organizará uma mega festa para comemoração de seu aniversário amanha 31/10 (REVEJA) – o rapaz tem “carta branca” para oferecer vantagens aos parlamentares peritoroenses. Quatro dos 11 Vereadores já foram cooptados para servir as orientações dos Murad’s.

A vereadora Lurdes da Cerâmica(PP), que era líder do governo, deixou o grupo do Prefeito e caminha agora com os Murad’s. Sonhando que o filho, Dr. Junior que trabalha no Hospital da Cidade e tem cargo comissionado na Prefeitura de Coroatá, será o vice-prefeito, numa improvável chapa encabeçada por Jorginho, isso só em 2016!

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Apoio dos Murad’s na Câmara de vereadores: Lurdes da Cerâmica(PP), André Coelho(PR), Aragão(PPS) e Macauba(DEM)

Outros dois Vereadores, André Coelho(PR) e Aragão(PPS), caminham com os Murad’s em Peritoró, ambos, devem encaixar cabos eleitorais e familiares em cargos no hospital da Cidade, além de promessas de outras benesses vantajosas ligadas ao Governo do Estado na Cidade.

Já o vereador Macauba(DEM), é do tipo fanático pelos Murad’s, considerado o homem mais “brabo” do Poder Legislativo, o cara vive “juras de amor” com o vice-prefeito Jorginho. Tudo visando “ajuda extra” pra livrar seu nome de irregularidades quando exerceu a Presidência da Câmara de Peritoró. Tem o nome mais sujo que pau de galinheiro. Apelidado de ficha suja na Cidade.

Restou ao Prefeito Jozias(PMDB), cinco parlamentares ao seu lado: O presidente da Casa Constantino (PSB); Naldo Lisboa(PV); Elton Sanches (PPS); Jesusmar Aurino (PMDB) e Irmao Bentinho(PTC).

Vereadores Profº Clemilson Viana(PTdoB) e Aldo(PTC) são independentes

Vereadores Profº Clemilson Viana(PTdoB) e Aldo(PTC) são independentes

Dois outros vereadores, no total de 11 parlamentares, Profº Clemilson Viana(PTdoB) e Aldo(PTC), são denominados independentes e caminham contrários ao modo de fazer politica tanto do Prefeito Jozias quanto dos Murad’s.

A matemática no Legislativo de Peritoró, após o rompimento definitivo do Prefeito com os Murad’s, fica da seguinte forma: Cinco Vereadores continuam apoiar a gestão do Padre Jozias. Outros quatro parlamentares seguem a vantagens que os Murad’s oferecem, e os dois últimos, preferem a independência.

É bom lembrar, que isso até agora, novos tempos virão…

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