15
mar
2019

O psicopata, a covardia e a traição na política

O psicopata é o que posso chamar de predador social. Sem consciência para julgar seu comportamento imoral e muitas das vezes criminoso, ele se utiliza do charme e da manipulação para tudo aquilo que quer do outro, sendo até capaz de te envenenar com suco de frutas.

Ninguém está imune a isso, nem seu pais e irmãos. Ele ataca com igual imprudência aos amigos, amantes, colegas de trabalho, ou até mesmo redireciona suas habilidades para a religião ou em alguns casos para a política, devorando tudo que vê pela frente, sem respeitar ninguém, deixando de lado até sua própria saúde, em busca do poder.

Para conquistar seu objetivo, ele modifica a própria personalidade e é capaz de se tornar exatamente a pessoa que você espera. E o psicopata é muito bom nisso. A frequência da mudança de personalidade o descontrola, e o que acontecia nos bastidores, chega a acontecer em público, desconhecendo até mesmo aqueles que o ajudaram em seu objetivo.

Sua psicopatia não tem limites. No campo pessoal, é capaz de levar o melhor amigo para sua residência, embebedá-lo e toma-lo a esposa. Assim como uma certa afinidade em conquistar e ludibriar jovens para satisfazer seus desejos carnais.

Mas é impossível manter uma segunda personalidade durante muito tempo, em média, não chega a três anos, e quando isso é concentrado para a política, não cumpre o ciclo de um mandato, ou seja, quatro anos, com a ganância de mais poder, para satisfazer seu próprio ego.

Para o psicopata é impossível admitir que estava errado, que tentou se passar por uma boa pessoa, ou um bom gestor. Para este tipo de persona, é mais fácil assumir a máscara de covarde, abandonar os que ele intitula de sua gente, para chegar a um objetivo nunca alcançado.

Como bom covarde, busca quem outrora foi seu adversário, e se oferece como amigo. Neste novo meio, volta ao ciclo de tentar se passar por outra pessoa, engolindo gogó a baixo seu próprio discurso.

O seu novo ciclo de sobrevivência também é curto, e na primeira oportunidade que tiver, não será mais apenas psicopata e covarde, aos novos amigos, também será um traidor, revelando seu precioso e dourado perfil, conhecido por quem já foi traído no passado.

Feito isso, o psicopata traidor não morre, como verme, buscará um novo meio social para sobreviver, um novo grupo político, uma nova cidade, ou um novo Estado. Usando novas pessoas, enganando Marias e Josés e destruindo sonhos.

Para este tipo de psicopata, covarde e traidor, nem a fé em São José resolve!

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