28
abr
2014

O novo produto do clã sarney é ruim de debate e já começa com o estigma de político sem voto

Edinho não segura nem o primeiro round eleitoral, é ruim de debate e já começa com o estigma de político sem voto.

Na última semana, a blogosfera maranhense não poupou criticas ao “novo” candidato da família Sarney, Edinho Lobão(PMDB). Observando atentamente as análises dos amigos, ficou fácil “montar” essa postagem.

Em entrevista ao Jornal O Imparcial, Edinho deixou claro seu ligamento “umbilical” com o clã-sarney: “Vou governar o Maranhão com o apoio dos Sarney”, disse.

As palavras do filho de Lobão foi uma retribuição as declarações de Roseana Sarney durante o lançamento da pré-campanha na Assembleia Legislativa: “Me sinto preparada para a campanha, para vestir a camisa do senador Lobão Filho”, afirmou a Governadora.

Então vejamos, no Maranhão de pai para filho, o suplente de senador, Edinho Lobão (PMDB) está ocupando há 4 anos a vaga do pai, senador Edison Lobão, durante esse período, nunca foi visto pelo Maranhão, nem muito menos no cenário político, nada fez para melhorar os muitos problemas enfrentados pelo Estado.

E sabem como Edinho pretende acabar com os problemas de decapitações em Pedrinhas, como ele mesmo diz: ‘jogando uma bomba lá dentro’. É preciso ser muito bom em administração pública para isso, nem Nero, que tocou fogo em Roma faria melhor.

A oligarquia, sem bons quadros, escolheu um candidato sem qualquer atributo que permita montar um discurso de defesa do seu nome. Com Roseana, havia o discurso da “guerreira” que vencia todas suas doenças. Com o fraco Luís Fernando, havia a tentativa de montar uma imagem de gestor competente. Mas com Edinho nada sobrou. Ele nunca exerceu qualquer função administrativa. Nunca foi eleito a nada, a não ser a suplente do próprio pai, num escandaloso caso de nepotismo. E Edinho tem telhados de vidro, de ouro, de brita, e muito mais.

Apelidado de “Edinho Trinta”, segundo as más linguais, possui porcentagem de tudo no Maranhão, estigma do homem de negócios maldosamente pejorativado por uma alcunha relacionada a supostos percentuais cobrados para execução de obras no Estado.

Repetidas vezes, arrota que foi preparado a vida toda para governar o Maranhão. O filho do ministro Edson Lobão, quer a volta das práticas dos reinados. O filho varão do rei, que nasce e é preparado para assumir a coroa. As declarações de Edinho revelam que o grupo Sarney sempre tratou o Maranhão como um feudo, onde o poder é transferido de pai para filho por ordem natural de determinação divina.

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A oligarquia, sem bons quadros, escolheu um candidato sem qualquer atributo que permita montar um discurso de defesa do seu nome.

Os marqueteiros tentam mudar o nome do candidato. Edinho virou Lobão Filho. A ideia é associá-lo ao pai. Tentam mudar o nome, mas não o homem. Edinho é o que é. Um legítimo representante da oligarquia Sarney que há 50 anos amaldiçoa o Maranhão.

Sempre atrapalhado nas colocações, “Edinho Lobão Trinta”, agora adota a tática de critica ao Governo do Estado e afirma que o Maranhão nunca teve um governo com a visão empresarial ao que se propõem implantar caso seja Governador.

Nem os aliados acreditam em sua candidatura, o desanimo é geral. Os meios de comunicação ligados ao clã até que tentam levantar o moral do ”playboyzinho”, mas o “filhinho de papai” já está sendo apelidado de “bucha de canhão”.

Edinho não segura nem o primeiro round eleitoral, é ruim de debate e já começa com o estigma de político sem voto. Para tentar conter a debandada geral nas hostes da oligarquia, o único jeito é recorrer as táticas do “jogo bruto”: promessas de convênios, chantagens, mentiras e fofocas.

(Com informações dos Blogs Ricardo Santos, Marrapá, Garrone e Ed Wilson)

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