02
fev
2017

Noticias nacionais…

Fufuca eleito 2º vice

O deputado federal André Fufuca  (PP-MA) foi eleito 2° vice-presidente da Câmara Federal nesta quinta-feira (02). O maranhense agora faz parte da Mesa Diretora que é presidida por Rodrigo Maia (DEM-RJ), reeleito nesta tarde. Além do apoio da bancada maranhense, a vaga de Fufuca foi garantida como articulação do PP, que tinha a primeira vice-presidência. O parlamentar vai estar na direção da Câmara no biênio 2017/2019. “Meus amigos, fui eleito para mais um desafio: com 288 votos, assumo a 2ª Vice-Presidência da Câmara dos Deputados. Agradeço primeiramente a Deus e minha família, ao povo do Maranhão, ao meu partido PP Nacional e aos demais colegas parlamentares que me confiaram esta responsabilidade, ainda em meu primeiro mandato, de ser o deputado mais jovem da história do Brasil a assumir esse cargo de tamanha importância”, disse Fufuca.

Lula recebe visita de FHC em hospital onde dona Marisa morreu

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu a visita de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) nesta quinta-feira (2), no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Fotos do encontro foram postadas nas redes sociais de Lula. A visita ocorreu após boletim médico do centro médico informar que a mulher de Lula, e ex-primeira-dama Dona Marisa Letícia, ficou sem fluxo cerebral. A família autorizou a doação de órgãos, segundo um post publicado na página do Facebook do ex-presidente. Na noite desta quinta o presidente Michel Temer (PMDB) irá se encontrar com Lula.

Edson Fachin é o novo relatos da Lava Jato no Supremo

blankO ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi “sorteado” nesta quinta-feira, 2, o novo relator da Operação Lava Jato. Oficialmente, houve sorteio por meio eletrônico, entre os integrantes da Segunda Turma, responsável pelo julgamento dos processos desta operação. Mas a indicação já era esperada. Fachin foi transferido nesta quinta da Primeira para a Segunda Turma do Supremo, para ocupar a vaga de Teori Zavaski, morto em um acidente aéreo no mar de Paraty (RJ) há duas semanas, mas era conhecido o seu empenho em herdar a relatoria da Lava Jato. Antes de aceitar a transferência de Fachin, Cármen Lúcia consultou os demais ministros da Primeira Turma. Por serem mais antigos na Corte, eles tinham a prerrogativa de mudança, mas declinaram da transferência.

Reeleito, Maia é alvo de inquérito sigiloso na Lava Jato 

blankO presidente reeleito da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é alvo de um inquérito sigiloso no Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido de investigação partiu da Procuradoria-Geral da República (PGR), baseado em mensagens trocadas entre Maia e o empresário Léo Pinheiro, ex-executivo da OAS, sobre uma doação de campanha em 2014. Como não houve doação oficial registrada, a procuradoria suspeitou de caixa 2. O procedimento chegou oculto no STF no meio do ano passado e não é possível saber em que fase está a investigação. Rodrigo Maia foi citado no anexo da delação do ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho à força-tarefa da Lava Jato, vazado em dezembro. Melo contou que, em 2013, pediu a Maia que acompanhasse a tramitação de uma medida provisória que dava incentivos a produtores de etanol e interessava a empreiteira.

Temer cria ministérios e dá foro privilegiado a Moreira Franco 

blankNo dia da escolha do relator da Lava Jato, Michel Temer decidiu criar dois novos ministérios e entregou um deles a um de seus principais aliados, Moreira Franco, que toca o programa de privatizações e foi delatado pela Odebrecht por propinas nas concessões dos aeroportos; segundo o porta-voz da presidência, Alexandre Parola, Moreira Franco comandará a Secretaria-Geral da Presidência; foi anunciada ainda a ampliação das atribuições do Ministério da Justiça, que passará a se chamar Ministério da Justiça e Segurança Pública, e a criação do Ministério dos Direitos Humanos. Com a nomeação, Moreira Franco passa a ter foro privilegiado.

Antônio Imbassahy vai ocupar lugar que era de Geddel

blankPassadas as eleições no Congresso Nacional, o governo de Michel Temer começa a acomodar aliados em postos considerados essenciais na sua gestão. O deputado federal Antônio Imbassahy (PSDB-BA) será nomeado nesta sexta-feira secretário de Governo, cargo responsável pela articulação política entre o Planalto e o Congresso e que estava vago desde o final de novembro. O congressista assume a cadeira deixada pelo também baiano Geddel Vieira Lima (PMDB), que teve de deixar o cargo acusado de se valer da sua função no governo para pressionar o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) a liberar a construção de um edifício no qual é proprietário de um apartamento.

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