14
jul
2016

Boatos que Marcelo Coelho estava foragido é mais um ato doentio de uma oposição sensacionalista

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Vida pública de Marcelo Coelho é pautada com seriedade e honestidade.

Não passa de irresponsabilidade de uma oposição cada vez mais doentia a falsa notícia dando conta de um infundado pedido de prisão contra o secretário de Meio Ambiente do Estado, Marcelo Coelho. O logro foi alardeado nesta manhã por setores da imprensa ligados ao ex-deputado estadual Ricardo Murad (PDMB).

Ao chegar na sede da Secretaria, na Avenida dos Holandeses no Calhau, Coelho falou a jornalistas ser mentirosa a versão que ele faltou a uma entrevista marcada nesta manhã a um jornal na TV Difusora.  “Eu não tinha entrevista marcada na Difusora, quem tinha era o superintendente da secretaria”, esclareceu Marcelo.

O titular da SEMA também explicou que não tem qualquer envolvimento com a investigação que deflagrou a Operação Hymenaea, da Polícia federal em combate à extração e comercialização ilegal de madeira proveniente da Terra Indígena Caru e da Reserva Biológica do Gurupi, no Maranhão. Eu não respondendo nenhum processo na minha vida”afirmou o auxiliar do governador Flávio Dino.

Sobre a Operação e envolvidos

O juiz federal, Ricardo Maceira, assinou 77 medidas judiciais, dentre esses, decretou as prisões temporária e preventiva de 21 pessoas: São 11 mandados de prisão preventiva e 10 de prisão temporária; 56 mandados de busca e apreensão, bem como à suspensão da certificação de 44 empresas madeireiras.

Nome das vinte e uma pessoas que tiveram prisão decretada, Marcelo Coelho não está na relação.

Nome das vinte e uma pessoas que tiveram prisão decretada, Marcelo Coelho não está na relação.

Os acusados, segundo a PF, movimentaram mais de R$ 60 milhões com extração ilegal de madeira. Informações da assessoria de comunicação, dão conta que são mais de 300 policiais federais engajados na operação, apoiados por servidores do IBAMA e por policiais do BOPE de Brasília e do Rio de Janeiro, cumpriram as ordens judiciais.

Cidades

As ações ocorreram em São Luís, Imperatriz, Buriticupu, Açailância, Zé Doca, Alto Alegre do Pindaré, Bom Jardim, Governador Nunes Freire, todas no estado do Maranhão. No Rio Grande do Norte: Tibau, Mossoró, Parnamirin e Natal, e em Capuí no estado do Ceará.

Acusação

A organização criminosa atuava extraindo ilegalmente madeira das reservas indígenas. Esse material era “esquentado” por meio de documentação fraudulenta para o transporte e retirada das áreas protegidas.

Um membro da quadrilha era o responsável por emitir documentos destinados a microempresas laranjas, cadastradas como construtoras em pequenas cidades no interior do Rio Grande do Norte. Essa manobra servia para desviar a madeira para receptadores em todo o Nordeste brasileiro.

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