15
out
2015

Menos Cunha Santos, bem menos…

Um ancião do jornalismo no Maranhão, JM Cunha Santos, extrapolou numa espécie de desabafo contra o esforçado secretário de Comunicação da Prefeitura de São Luís, Batista Matos.

No post que já apagou de sua página, repleto de acusações rechaçadas de criticas, Cunha vai muito além de uma simples cobrança de salários atrasados. Como segue abaixo:

Por Cunha Santos – A elevação da folha de prestação de serviços da Secretaria de Comunicação da Prefeitura de São Luís de R$ 50 mil para R$ 400 mil inviabilizou por completo o pagamento dos jornalistas que recebiam da Prefeitura sem vínculo empregatício. A operação, realizada pelo secretário Batista Matos, deixa estes profissionais, já há três meses, sem receber qualquer pagamento.

Post de Cunha repleto de acusações e criticas contra o secretário de Comunicação do Prefeito Edivaldo.

São jornalistas que, ainda na campanha de Edivaldo Holanda Júnior, se insurgiram contra o poder da Prefeitura, então comandada pelo prefeito João Castelo e do governo do Estado, então sob o comando de Roseana Sarney, para defender a candidatura do hoje prefeito. Como até hoje defendem sua administração. Estes profissionais estão sendo enganados, enrolados, da forma mais repugnante, para que possa o secretário atender a seus interesses perfunctórios e eleitorais.

Batista Matos estourou a folha de pagamento com seus cabos eleitorais. Segundo se sabe, tem pastor recebendo R$ 15 mil, presbíteros recebendo R$ 12 mil, diáconos recebendo R$ 9 mil e a imprensa que enfrentou os poderosos é tratada com total desrespeito, como se fossem moleques e não profissionais. A gula dos “meninos de Deus” é tão grande que dois jornalistas profissionais foram demitidos da Secom para dar lugar a irmãos evangélicos de Batista,

O secretário consegue, no entanto, pagar a mídia sarneisista e até gentis analfabetos infiltrados na imprensa que todos os dias insultam e caluniam o próprio prefeito e o governador Flávio Dino.

Pior é que a comunicação da Prefeitura é um desastre, não funciona. Enquanto Batista Matos abre caminhos para sua eleição de vereador, obras exclusivas da Prefeitura estão sendo consignadas ao governo do Estado. E isto quando o prefeito se prepara para enfrentar uma eleição em 2016 contra candidatos com alto cacife eleitoral, como João Castelo e Eliziane Gama.

Para piorar as coisas, o secretário não fala com a imprensa, não recebe ninguém, não atende telefonemas de jornalistas, esconde o prefeito, manipula informações que drena em primeira mão para a mídia de José Sarney. Talvez espere que durante a campanha, o Sistema Mirante mude o discurso e apoie a candidatura de Edivaldo Holanda Júnior.

O certo é que alguns jornalistas estão garantindo que vão entrar na Justiça para receber o que lhes é devido, com juros e correção monetária e, principalmente, para ter acesso e conhecimento da misteriosa e superlativa folha de pagamento de Batista Matos. Outros apenas rezam, oram, para que o Secretário de Comunicação retorne à Terra Prometida e deixe a Comunicação da Prefeitura para quem quer fazer política de comunicação e não política eleitoral.

2 Comentários

  1. Maranhense disse:

    POR QUE OS SERVIDORES DO TJ DO MARANHÃO ESTÃO DE GREVE?

    “http://www.aniballins.com.br/?p=1494&fb_ref=Default”

    A Lei nº13.091/2015, publicada no Diário Oficial da União, no dia 12 de janeiro de 2015, aumentou o subsídios dos Ministros do Supremo Tribunal Federal para R$ 33.763,00 (trinta e três mil reais), o que equivale em percentual um aumento de 14,36%. Com a aprovação dessa lei a tabela de subsídios da carreira da magistratura foi realinhada em todo o país.

    No Maranhão, no dia 13 de janeiro de 2015, um dia após a publicação da referida lei, a Presidente do Tribunal de Justiça, Desembargadora Cleonice Freire, encaminhou para a Diretoria Financeira o Ato da Presidência nº 120/2015, autorizando a folha de pagamento a aplicar o mesmo aumento para os magistrados e desembargadores. Isso sem qualquer questionamento quanto ao impacto orçamentário, apesar da inflação acumulada de janeiro a dezembro de 2014 ter sido de apenas 6,3%, percentual este até o momento não repassado para os servidores do TJ do Maranhão.

    Com o novo reajuste os desembargadores e juízes, têm hoje a tabela de subsídios abaixo:

    CARGOS DEZ 2014 JAN 2015 AUMENTO (R$) PERCENTUAL (%)

    DESEMBARGADOR 26.589,68 30.471,11 3.881,43 14,60

    JUIZ FINAL 25.260,20 28.947,55 3.687,35 14,60

    JUIZ INTERMEDIÁRIA 23.997,19 27.500,17 3.502,98 14,60

    JUIZ INICIAL 22.797,33 26.125,16 3.327,83 14,60

    Fonte: Portal da transparência do site do TJ/MA

    Destaca-se que o gasto com pessoal do Tribunal de Justiça do Maranhão, executado no ano de 2014, foi de 635 milhões. Enquanto que o orçamento aprovado para o ano de 2015 foi de 595 milhões. Ou seja, nenhum aumento poderia ter sido efetuado sem a devida dotação orçamentária prévia, nos termos do § 1º do art. 169 da Constituição Federal. Mas para corrigir os subsídios dos juízes e desembargadores não houve necessidade de previsão orçamentária e nem mesmo qualquer pedido de suplementação orçamentária ao Governador Flavio Dino, um ex-juiz, da parte da Presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, Cleonice Freire.

    Postura esta completamente diferente da que hoje essa mesma administração adota em relação à reposição das perdas inflacionárias de janeiro a dezembro de 2014, reclamada pelos servidores do mesmo Tribunal, mas em índice bem inferior ao reajuste dos magistrados.

    No dia 20 de janeiro de 2015, o SINDICATO DOS SERVIDORES DA JUSTIÇA DO MARANHÃO – SINDJUS/MA protocolou o requerimento administrativo 2770/2015, cobrando do Tribunal de Justiça o pagamento da reposição inflacionária do ano anterior para os servidores do Judiciário Estadual, ou seja, os modestos 6,3%, se comparados aos 14,60% pagos à magistratura.

    Passados dez meses sem qualquer solução à vista, em face da inércia da administração do Tribunal de Justiça do Maranhão em garantir esse direito constitucional dos servidores, a categoria deflagrou greve geral por tempo indeterminado, até o pagamento das suas perdas inflacionárias de 2014, direito este ressalvado inclusive pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Eis o motivo do atual movimento paredista dos servidores do Judiciário do Maranhão, coordenado pelo SINDJUS-MA.

    Enquanto durar a greve dos servidores do TJ do Maranhão, o SINDJUS-MA tem reafirmado que garantirá a continuidade do serviço público, com ênfase nas atividades essenciais do Poder Judiciário Estadual, em fiel observância à lei de greve e à jurisprudência do Supremo Tribunal Federal.

    Por tudo isso, a greve dos servidores do Judiciário maranhense é mais do que justa e correta. Até mesmo porque o Tribunal de Justiça do Maranhão já se prepara para pagar o novo reajuste dos subsídios da magistratura, a partir de janeiro de 2016, no índice de 16,38%, sem que tenha sequer quitado essa dívida social com o seu corpo funcional, que é o pagamento da reposição inflacionária de 6,3% dos salários dos servidores, referentes ao período de janeiro a dezembro de 2104.

    FONTE: SINDJUS-MA

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