01
jun

Mãe de advogada internada de forma involuntária responde ao Blog

A turismóloga Donivalda Santana Ribeiro, mãe da advogada Dayliane Santana Ribeiro, de 37 anos, moradora de Imperatriz, que foi internada de forma involuntária no último dia 05 de maio numa clínica psiquiátrica em São José de Ribamar, entrou em contato com o Blog do Domingos Costa para se posicionar a respeito do tema envolvendo sua filha, após a publicação do post, “Herança e internação involuntária envolve advogada filha de suplente de ex-senador“.

– Abaixo segue a íntegra da nota de esclarecimento da dona Donivalda:

Dona Donivalva e sua filha Daylane…

Ao jornalista Sr Domingos

Verdades a serem ditas

1- Minha vida financeira é independente da vida financeira dos meus filhos desde a minha separação em 1993; Se faz portanto mentirosa a afirmação deste advogado, que na verdade tumultua todos os processos de reabilitação da minha filha e faz uso de sua OAB de forma maléfica não condizente com a ética de um advogado.

2- Dr. George, trabalhava como advogado para Demétrius e tinha uma relação promíscua e instável com minha filha e depois de sua morte mediante a sua agressividade usando de intimidação como advogado, queria se beneficiar usando a minha filha como instrumento de pressão e chantagens (inclusive ferindo o seu sigilo profissional);

3- Demétrius deixou para meus filhos 300 processos na justiça, todos eles assinados por Dr. George;

4- Não tenho participação nenhuma nem acesso na empresa dos seis filhos de Demétrius, a empresa tem um contrato social, que demonstra a forma de regimento no qual eu não tenho acesso.

5- A proposta de internação não tinha e não tem data pré-estabelecida, cabendo portanto ao profissional médico determinar a data correta.

6- Desde 2010 após a separação conjugal, Dayliane deixa as suas filhas gêmeas sob meus cuidados, assumindo-as inteiramente, com despesas de escola, lazer, remédios, higiene pessoal, etc, com apenas a contribuição de mesada do pai que dava para mensalidade escolar plano de saúde, portanto a minha filha não contribuía como não contribui até hoje com tais despesas.

7- Em junho de 2018 minha filha teve uma grave crise e me agrediu fisicamente, deixando-me com hematomas no rosto, costelas e pescoço. Fui socorrida por minha cunhada e minha sobrinha e depois comuniquei o fato aos meus filhos, que insistiram para que eu tomasse providências através de um boletim de ocorrência da agressão. Porém recusei-me por ser minha filha e não querer exposição da mesma. Os meus filhos chamaram a Dayliane para tratar desse assunto somente entre eles (fiquei sabendo depois), onde nessa situação ela mesma fingiu agressão, procurando Dr. George e foram à delegacia se provendo da lei Maria da Penha distorcendo a verdade, contra Dayvison e eu. Após três dias a esse fato minha filha sumiu de casa, na companhia do Dr. George, aparecendo somente para pegar seus pertences e de suas filhas para ir morar na casa do Dr. George, vindo a tirar as filhas da aula com pretexto de vacinação mas na verdade trancou suas próprias filhas num quarto, incomunicáveis, na casa do Dr Geroge, que, agrendindo-as verbalmente, ameaçou-as das 9.30 da manhã até as 19.00 horas deste dia, quando as meninas começaram a planejar fuga da casa e chorando pediriam socorro, e mediante tal situação minha filha resolveu levar de volta minhas netas para minha casa, dizendo: ”cuide das minhas filhas, pois a mãe delas é você, eu sou como irmã para elas” e se ausentou. 15 dias depois minha filha me liga de madrugada pedindo abrigo na minha casa pois tinha brigado com seu parceiro e ele tinha expulsado de sua casa mandado que ela sumisse da vida dele! Acolhi minha filha, e depois de uma longa conversa até amanhecer ela me confessou várias agressões que ele, Dr george, tinha feito com ela, ao longo do relacionamento deles, inclusive sendo ele o responsável pela automedicação do remédio controlado por nome zoopidem. Desde então ele conseguia a medicação sem receita médica de até 10 caixas para ela usar.

8- Em janeiro de 2019 ela apresentava fortes surtos agressivos, ansiedade, dizia que estava depressiva e que iria superar sozinha, e começou a não querer sair de casa, ficava deitada no quarto dia e noite, não tomava banho, não escova dentes, e a alimentação dela eu colocava no prato. Sempre se manifestava com medo, dizendo estar sonhando com seu pai, e que seu pai estava perto dela o tempo todo, tudo isso acontecia aos meus olhos e cheguei a levá-la em alguns médicos, mas ela infelizmente não aderia a tratamento algum. Comecei a pesquisar então clinicas de reabilitação, e optei pela clínica estância bela vista, pois a mesma ficava mais próxima da nossa cidade. Expus a minha filha que ela precisava de ajuda, e a convenci a conhecer a clínica que tinha escolhido, e fomos eu, meu filho Dayvison e Ela, em abril de 2019. Lá chegando ela não quis ficar.

9 – Em 2020 a situação era muito grave. E não sobrou alternativa para nossa família senão proceder com uma remoção especializada, pois minha filha se encontrava em quadro de emergência, chegando ao ponto de me prender em cárcere na minha própria casa, tomando meu celular, agredindo minhas
netas. Com muito esforço, com ajuda do corpo de bombeiros e Samu conseguimos levar a Dayliane para um hospital, onde foi devidamente atendida por um médico, que percebendo o quadro dela orientou a procurar um tratamento psiquiátrico urgente. O Dr george estava no hospital a pedido da Dayliane que ligou para ele. Meu filho Dayvison conversou com ele, e ele se convenceu de que Dayliane precisava de ajuda. Ele, porém, não poderia ajudar pois apenas dava “apoio moral”. Contudo se prontificou a convencer a Dayliane do tratamento que ela necessitava fazer. Agora o Dr. George vem acusando minha família, ameaçando e abusando do poder de advogado, declamando mentiras sem provas. Estou cuidando da saúde de minha filha e como mãe estou sendo ultrajada por quem tem responsabilidade direta pela piora de saúde dela. Existe também relatos em boletins de ocorrências pois são de agressividades descabidas. Mesmo assim, todas as vezes que solicitava minha ajuda, eu sempre acolhia e todas as vezes, fazia planos de mudança, não conseguindo concluir. Hoje, Dayliane foi diagnosticada por médicos, com Transtorno Bipolar Afetivo, e TOC. Transtorno Obsessivo Compulsivo. Precisa de ajuda profissional, para ter um equilíbrio mental para viver uma vida normal, gozar de saúde, entendimento, compreensão, tomar suas próprias decisões, com responsabilidade de fazer o melhor para si, valorizando e amando a sua pessoa, abrindo novos caminhos e compreensão para entender outras pessoas para convencia harmoniosa com muita reflexão de mudança para uma nova vida, como Mãe lhe digo: “Amo minha filha e quero o melhor para ela” não permitirei ninguém entrar na vida de minha filha para prejudica-la. Já recebi várias ligações de minha filha, agradecendo por estar sendo cuidada, com voz suave e segura de si, dizendo estar sendo bem tratada e que ajudei ela na hora certa.


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IMPERATRIZ: Herança e internação involuntária envolve advogada filha de suplente de ex-senador

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