27
abr
2016

VÍDEO: Jornal Nacional mostra corrupção na gestão de Malrinete Gralhada, em Bom Jardim

Na noite desta terça-feira (26), a cidade  de Bom Jardim voltou a ser destaque na imprensa nacional. O Jornal Nacional mostrou as denúncias de corrupção no município  hoje administrada pela prefeita Malrinete Gralhada (PMDB) publicadas originalmente aqui no Blog do Domingos Costa lembre (AQUI) e (AQUI).

O repórter Alex Barbosa destacou que uma ex-prefeita [Lidiane Leite] de lá chegou a ser presa, em 2015, suspeita de desviar dinheiro da educação. Entretanto, as  fraudes em licitações continuam, segundo denúncia do Ministério Público, que investiga a atual prefeita.

A reportagem (veja acima) mostra as péssimas condições de escolas publicas municipais que faltam cadeiras e até luz.

O apresentador William Bonner chamou a reportagem dessa forma: “São tantos casos de corrupção que a gente noticia no Jornal Nacional, é tanto roubo de dinheiro de impostos, que algumas pessoas chegam a esquecer o mal que isso pode representar, na prática, pros cidadãos, pra sociedade. Tem gente que perde mesmo a noção do efeito prático desses roubos. Por isso é muito bom a gente mostrar essa reportagem na cidade de Bom Jardim, no Maranhão.”, afirmou.

– Estudantes de Bom Jardim sofrem com situação precária de escolas. Estrutura das escolas da cidade a 280 km de São Luís é precária. Ex-prefeita foi acusada de desvio de dinheiro da educação e da saúde.

xxxxO esforço para estudar é rotina para quem mora em Bom Jardim, que tem 40 mil habitantes e fica a 280 km de São Luís.

Em 2015, a cidade ficou conhecida por causa da prefeita Lidiane Leite, que foi presa, acusada de desviar dinheiro da educação e da saúde, enquanto ostentava uma rotina de luxo nas redes sociais. Na época, ela era do PP, mas foi afastada do partido.

A vice-prefeita, Malrinete Gralhada, do PMDB, que assumiu, também está sendo investigada pelo Ministério Público por suspeita de fraudar licitações.

“Eu sou um livro aberto. Você pode pegar todas as certidões no meu nome. E tudo isso vai ser esclarecido”, diz Gralhada.

“Há indícios, sim, de fraude, de realmente beneficiamento. Iremos apurar com muita correção”, afirma o promotor de Justiça Fábio de Oliveira.

Enquanto isso, Bom Jardim segue com escolas sem a mínima estrutura. O teto é de palha, as paredes são de barro e as duas únicas salas são divididas apenas por uma lona. Ali estão alunos da 6ª à 9ª séries do ensino fundamental, estudando juntos. O piso é de terra batida. Também não há energia elétrica, refeitório ou cozinha para preparar e servir o lanche das crianças. A escola não tem sequer um banheiro de verdade: o que tem é um cercado de palha.

“[Gostaria de] uma escola que tenha banheiro, tenha um repertório para fazer a merenda, a zeladora”, diz a aluna Nilza Castro.

Até os adultos que querem retomar os estudos enfrentam muita dificuldade. Como as aulas são à noite, eles têm de usar lanternas para conseguir enxergar a lição. O lampião a gás não é suficiente para clarear a sala e cada um traz sua própria luz.

“Tem que ser no escuro, enfrentando essa lanterninha. Para ver como é a nossa vida, o nosso sofrimento. Nosso dia-a-dia não é fácil”, relata o agricultor José Matos.

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