13
fev
2016

Governo investe R$ 7 mi para enfretamento de Epidemia de Dengue, Zika e Chikungunya

Rubinho Cohen

O Plano de Contingência foi anunciado na manhã deste sábado (13), pelo governador Flávio Dino, durante a Mobilização Nacional de Combate ao Aedes aegypti.

Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), tem tomado providências urgentes no sentido de desenvolver ações junto aos 217 municípios do Estado para conter o avanço da Dengue, Zika vírus e Chikungunya, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Além das ações de campanhas que estão sendo reforçadas desde o ano passado e aderidas em parceria com o Ministério da Saúde (MS), foi lançado neste sábado (13), pelo governador Flávio Dino, durante a cerimônia local da ‘Mobilização Nacional de Combate ao Aedes aegypti’, o ‘Plano de Contingência para Enfretamento de Epidemia de Dengue, Zika vírus e Chikungunya no Maranhão’. A medida tem o objetivo dar uma resposta rápida às situações graves de saúde pública relacionadas a essas doenças. Para tanto, haverá imediata aquisição de insumos e contratação de serviços e recursos humanos para desenvolver adequadamente as ações de Vigilância Epidemiológica de Prevenção e Controle do mosquito vetor.

Os índices de infestação predial por Aedes aegypti demonstrados nos resultados do Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) dos meses de outubro e novembro de 2015, mostraram muitas áreas de alto e médio risco em alguns municípios do Estado. Para conter e eliminar esses focos, serão reforçadas as supervisões e o monitoramento do trabalho de campo em todas as cidades maranhenses consideradas de risco pelo LIRAa.

Considerando não se tratar do enfrentamento de uma epidemia de rápida solução, o Plano de Contingência é um instrumento de planejamento das ações para qualificar os serviços, prevenir e enfrentar os quadros de epidemias. As ações serão desenvolvidas ininterruptamente levando em consideração a estruturação do nível estadual e regional.

Plano de Contingência – O Governo do Estado, por meio da SES, trabalhará nos anos de 2016 e 2017 com educação permanente voltada para a integração dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agente de Combate de Endemias (ACE) no controle vetorial, no sentido de conter os surtos e reduzir a infestação por Aedes aegypti em áreas que estejam em alerta e alto risco de acordo com as pesquisas de campo do LIRAa e dos casos notificados.

Para o cumprimento do plano emergencial, serão investidos recursos no valor de R$ 6.961.308,50 (seis milhões novecentos e sessenta e um mil trezentos e oito reais e cinquenta centavos) para o atendimento de todas as demandas.

Será disponibilizado suporte técnico para a valorização dos profissionais de campo por meio da aquisição de equipamentos de proteção individual (EPIs); aquisição de kit’s para instrumentalizar e qualificar as atividades de campo para o controle das larvas do Aedes aegypti; contratação temporária de recursos humanos para atividades de campo (Controle Vetorial e LIRAa) nas regionais de saúde; e o reforço de mais 25 veículos nos serviços de aplicação de inseticida Ultra Baixo Volume (UBV), ampliando o número de veículos para 50 equipados com as máquinas UBV para uso no controle do mosquito adulto.

Também será realizada a contratação temporária de profissionais para a formação da Brigada Anti-Dengue/Chik/Zika para atender as novas demandas decorrentes das ações de controle vetorial, como o fornecimento de repelentes para as mulheres grávidas, dentre outras.

A eficácia do plano se dará por vários esforços conjuntos para a intensificação do controle vetorial nos 217 municípios, a exemplo do eixo da capacitação permanente, que será iniciado pela integração e articulação das atividades de campo pelos 15.800 ACS e dos 2.313 ACE.

A capacitação dos profissionais da atenção primária, média e alta complexidade em saúde, garantirão as orientações e assistência médica aos pacientes com suspeita de uma das doenças em diversos pontos de atenção, desde as unidades de atenção primária até a assistência médica especializada (média e alta complexidade) dos pacientes com quadros graves de Dengue, Chikungunya (fases sub-agudas e crônicas) e Zika vírus (Guillain-Barré e Microcefalia).

No Maranhão o quantitativo de prédios cadastrados para as atividades de campo correspondem a dois milhões e duzentos mil imóveis, de acordo com a Portaria do Ministério da Saúde Nº 1.025, de 21 de julho de 2015. O número de ACE’s a serem contemplados será de 1.956 agentes, ou seja, 1 ACE para cada 1.000 imóveis por ciclo, levando-se em consideração as diretrizes nacionais para prevenção e controle de epidemias de Dengue do MS.

1 Comentário

  1. Sousa Neto disse:

    Pensei que esse governador iria melhorar, pelo contrário está a cada dia terminando de acabar, quem dia o sr ex prefeito de imperatriz ILDOMAR MARQUES com a palavra, será que se ele for dar um conselho a AO DITATOR FLÁVIO PINTO QUAL SERÁ!
    Pensei que comunismo a idéia era igualar todos, pelo visto tá seguindo a CORÉIA DO NORTE iguala na miséria e perseguição. Vou embora do Maranhão pq já cansei, pensei que os sarneys que era um câncer, já vi que por aqui chegou coisa bem pior.

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