14
abr
2021

Funcionário de banco em Santa Inês é investigado pelo roubou de R$ 613 mil de clientes por meio de transferências

Quando ocupava o cargo de analista no Banco Nordeste, Marcos Fragoso efetuou transferências indevidas por meio de alteração de senhas de clientes e fez cancelamento de cartões de segurança, resultando em desvio no valor de R$ 613 mil.

Titular da 1ª Promotoria de Justiça de Santa Inês, Larissa Sócrates de Bastos,

Investigação é comandada pela Promotora Larissa Sócrates de Bastos.

Titular da 1ª Promotoria de Justiça de Santa Inês, Larissa Sócrates de Bastos (foto), decidiu prorrogar o prazo de investigação contra o funcionário do Banco do Nordeste do Brasil S/A (BNB), agência Santa Inês/MA, Marcos Gomes Fragoso, para averiguar a ocorrência de supostos atos de improbidade administrativa, conforme a Notícia de Fato nº 014/2021-1ªPJSI (1973-500/2021-SIMP).

De acordo com a Promotora, no ano de 2017, quando ocupava o cargo de analista bancário do BNB) na agência Santa Inês, Marcos efetuou transferências eletrônicas indevidas, especialmente com a utilização de alteração de senhas de clientes e cancelamento de cartões de segurança, resultando em desvio no valor total de R$ 613.875,00 (seiscentos e treze mil, oitocentos e setenta e cinco reais).

Desse montante, o Ministério Público informa que foram recuperados o importe de R$ 407.500,00 (quatrocentos e sete mil e quinhentos reais), resultando a perda de R$ 206.375,00 (duzentos e seis mil, trezentos e setenta e cinco reais).

No Despacho 154/2021, a promotora Larissa Sócrates diz que a despeito das diligências realizadas, ainda não é possível, no presente momento, a adoção de qualquer providência por este órgão, sobretudo em virtude do fato que a resposta oferecida pelo Banco do Nordeste veio instruída de farta documentação, composta por mais de 500 (quinhentas) folhas, a qual demanda análise minuciosa por parte deste do MP-MA.

“Em virtude do exposto, considerando que o prazo das investigações se encerraram no dia 16/02/2021 (ontem), e tendo em vista o disposto do art. 3º da Resolução CNMP n° 174/2017 e do art. 4º do Ato Regulamentar Conjunto nº 005/2014-GPGJ/CGMP, PRORROGO o prazo da presente notícia de fato por até no máximo 90 (noventa) dias, de modo que não ultrapasse o termo ad quem estabelecido nos referidos atos normativos, in casu, 16/06/2021.”, expressa a responsável pela investigação.

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