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fev

Em busca de ‘podres’ e ‘escândalos’ da gestão Dino, VEJA não encontrou e teve de falar dos índices deixados pelo clã Sarney 

VEJA não encontrou escândalos na gestão Flávio Dino...

VEJA não encontrou escândalos na gestão Flávio Dino…

Na semana passada um jornalista da Revista VEJA disparou várias mensagens por meio do aplicativo de mensagens WhatsApp para jornalistas e blogueiros que cobrem a política do Maranhão numa linha editorial de oposição a Flávio Dino – potencial presidenciável. O repórter buscava informações negativas relativas às políticas do governo do Estado.

A intenção da VEJA era preparar uma reportagem bombástica na tentativa de ‘trincar’ a imagem de Dino a nível nacional. Mas, ao que parece, a ideia acabou frustrada, pois, o resultado da investigação jornalistica de dias foi resumido em uma matéria chocha, do ponto de vista de prejuízo ao governo estadual.

De mais negativo que a VEJA conseguiu identificar no Maranhão foi a concentração da riqueza, ampliação do desemprego e aumento da miséria no estado. Acontece que esses índices são, exatamente, herança do ciclo quase ininterrupto de 48 anos de hegemonia do grupo de José Sarney, que como bem disse a Revista, deixou o estado na rabeira do país em termos sociais e econômicos. 

A reportagem também falou que o estado registrou importantes avanços em índices de qualidade de vida, como saúde e educação. Lembrou, ainda, que em meio à crise econômica, Dino concedeu aumentos substanciais aos professores, reformou escolas, inaugurou hospitais e, principalmente, manteve o pagamento dos servidores em dia.

A VEJA, disse também, que a política do governador surtiu efeitos positivos importantes. O Maranhão viu melhorar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e os indicadores de educação. A morte de mulheres após o parto caiu, assim como os homicídios.

Por fim, a Revista destacou que Flávio Dino vem se destacando na capacidade de articulação política. No segundo mandato, sua base saltou de nove para dezesseis partidos, entre eles os direitistas DEM e Republicanos. Dos 42 deputados estaduais, só três formam a oposição. “O grupo dos Sarney acabou”, afirma o deputado César Pires, que foi secretário da ex-governadora Roseana Sarney.

Outro opositor é o neto do ex-presidente, Adriano, o único da família que hoje tem cargo eletivo, e que revoltou o avô ao abandonar o sobrenome na vida pública (na porta do seu gabinete na Assembleia Legislativa, “Adriano” é o único nome na placa). O ex-presidente considerou aquilo uma “vergonha”. “Quero imprimir uma marca minha”, justifica o deputado estadual. Aos 89 anos, Sarney não quer mais se envolver publicamente com a política, mas diz que Dino tem o direito de prospectar uma candidatura ao Planalto.

Leia a íntegra da reportagem AQUI…

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