25
jun
2020

Diretor comercial que assina notas da Maxtec foi sócio da Cefor no escândalo milionário com a Emap, na gestão Castelo

Robert Max Mousinho é pessoa de confiança de Ricardo Cordeiro Gonçalves...

Robert é pessoa de confiança de Ricardo Cordeiro Gonçalves e na relação Cefor/Maxtec…

Robert Max Mousinho da Silva (foto), que assina as moralistas notas de esclarecimento da empresa Maxtec qualificado como “Diretor Comercial” é o mesmo que aparece como sócio Cefor Serviços de Locação de Mão-de-obra num escândalo milionário envolvendo contratos da firma com a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), quando João Castelo era o presidente do órgão, durante o governo Jackson Lago.

Na época, 2007, a empresa na qual Robert Max Mousinho era sócio, contratou com dispensa de licitação, serviço de locação de mão-de-obra por R$ 4,2 milhões para um período de seis meses.

A empresa anterior prestava o mesmo serviço a Emap por apenas R$ 800 mil.

A Cefor – que assinou o contrato com a Emap, está registrada em nome de Ricardo Cordeiro Gonçalves que é sobrinho de João Castelo. De forma que o negócio milionário foi feito tudo em família.

Robert é da confiança de Ricardo e a relação entre ambos perdura por mais de duas décadas.

– Dinheiro do COVID-19

Atualmente, a empresa que Robert Max Mousinho representa, conseguiu sem licitação, um contrato emergencial milionário com a Semus (Secretaria Municipal de Saúde) de São Luís, por intermédio do Fundo Municipal de Saúde.

O objetivo é a prestação de serviço de limpeza, asseio e conservação com controle, manuseio, coleta seletiva, transporte e destinação final dos resíduos recicláveis gerados nas instalações físicas e mobiliários do Hospital da Mulher, tendo em vista atender as necessidades da pasta em decorrência da situação de Calamidade Pública provocada pela disseminação do Covid – 19 (Coronavírus) por todo território nacional.

O contrato emergencial foi fechado com a Maxtec Serviços Gerais e Manutenção Industrial Eireli, que poderá receber até R$ 3.647.995,02 para prestar o serviço em caráter emergencial por período de seis meses, prorrogável por períodos sucessivos, enquanto perdurar a necessidade de enfrentamento dos efeitos da situação de emergência de saúde pública.


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