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abr

Delegado desmente Mirante: carta de Mariano é falsa

Delegado titular da Delegacia de Homicídios de Teresina, Francisco Baretta

De acordo com o Portal AZ, site de notícias do Piauí, o delegado titular da Delegacia de Homicídios de Teresina, Francisco Baretta, classificou como falso o conteúdo que mídia ligada ao grupo Sarney vem insistentemente divulgando, sobre uma carta supostamente escrita por Mariano de Castro. Segundo Baretta, a carta existe e foi encontrada no dia em que o médico cometeu suicídio, mas o conteúdo que vem sendo compartilhado é falso.

Barreta disse ao site que a carta está lacrada em poder de peritos do Instituto de Criminalística do Piauí.

“Um dia após a morte de Mariano, policiais federais da delegacia de Caxias (MA) estiveram em Teresina e, entre outros objetos encontrados no apartamento de Mariano, queriam a carta deixada pelo médico. Mas voltaram para o Maranhão sem ela. Exatamente porque já estava nas mãos da perícia”, esclareceu Barreta.

Como o advogado sabia do conteúdo da carta de Mariano?

O advogado Jorge Arturo Mendoza Reque Júnior disse em entrevista ao Jornal Pequeno detalhes sobre a carta encontrada no dia da morte de Mariano.

“Era uma carta de despedida, com umas 4 ou 5 laudas, e que foi encontrada pela Polícia em cima da mesa da sala, no apartamento da irmã dele”, disse Arturo.

O advogado disse ainda, que nas anotações Mariano fala sobre coisas pessoais, mas não acusa ninguém. Mas como Arturo poderia saber detalhes da carta, se o delegado Baretta disse que a carta de despedida estaria lacrada em posse da perícia técnica e que o conteúdo que vem sendo divulgado é falso?

O advogado disse ao Jornal Pequeno que a “carta vazou por uma foto que a irmã de Mariano, Rozenilda, tirou no momento que acharam o corpo”.

Crimes na gestão Roseana

Também conhecido como “Rei dos Precatórios”, o advogado tributarista Jorge Arturo foi o principal operador de organização criminosa que atuou durante o último governo Roseana Sarney (MDB), lembrada como a “Máfia da Sefaz”, e que teria provocado rombo de R$ 410 milhões ao erário estadual com compensações tributárias ilegais e filtros no sistema financeiro do Maranhão.

No ano passado a Polícia apreendeu cheques, jóias, obras de arte e computadores no escritório e em duas casas do advogado.

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