Palmeiras foram destruídas por vândalo, polícia investiga o caso…

Titular da Delegacia de Polícia Civil em Raposa, Marconi Caldas, abriu investigação para apurar o responsável pelos atos de vandalismo praticado na madrugada de sábado (17) para domingo (18) em pelo menos 21 palmeiras reais que estavam plantadas ao longo do canteiro central da Avenida Principal da Cidade.

As palmeiras amanheceram completamente destruídas e, diante da cena, logo veio a revolta da população por conta da destruição do patrimônio público. Pelas redes sociais dezenas de moradores e pessoas que visitam o município fizeram postagens repudiando o ato, pedindo apuração e punição ao (s) autor (s) do crime previsto no Código Penal.

O secretário municipal de Infraestrutura, Fabrício Oliveira, o popular Diovo, registrou um Boletim de Ocorrência denunciando a derrubada criminosa das árvores. “Essa foi a maior afronta já praticada nessas plantas de uma só vez, mas não é de hoje que essas palmeiras vêm sendo destruídas, primeiro foram as lâmpadas de led verdes que implantamos, todas foram furtadas, agora surge esse vândalo e destrói o que é do povo”, reclamou o secretário.

O delegado Marcone informou que já ouviu testemunhas e agora espera apenas as imagens do Posto de Combustível Paloma, localizado em frente a Vila Laci, para identificar o autor ou autores do crime.

Já o Tenente-coronel Renato, comandante da Polícia Militar no município, informou que já fez o mapeamento para colocação de câmeras onde o videomonitoramento será realizado pelo CIOPS – Centro Integrado de Operações de Segurança. “Esse mapeamento contempla a Avenida Principal, desde o colégio Santo Antônio até Praça Chico Noca, passando ainda pelo Porto do Braga, Pesqueira e Viva”, disse.

– E MAIS

De acordo com o Código Penal (Lei Nº 2.848/40), causar dano ao Patrimônio Público pode resultar até em prisão. “Art. 163 – Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia: Pena – detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa. … Pena – detenção, de 6 (seis) meses a 3 (três) anos, e multa, além da pena correspondente à violência.”

Se por acaso for um menor o autor do ato, o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Nº 8.069/90) diz que (Art. 116) , “Em se tratando de ato infracional com reflexos patrimoniais, a autoridade poderá determinar, se for o caso, que o adolescente restitua a coisa, promova o ressarcimento do dano, ou, por outra forma, compense o prejuízo da vítima.