21
nov
2018

Defendida por Bolsonaro, expansão de centro espacial esbarra em luta quilombola no MA

Moradores de comunidades quilombolas resistem a planos de ampliação de base aérea.

Dona da mais populosa área quilombola do país, a cidade de Alcântara (MA) está no centro de um debate que desafia o projeto de expansão do CLA (Centro de Lançamento de Alcântara). Os moradores da comunidade são os descendentes de escravos, contrários à ideia de ampliação da base da Força Aérea Brasileira já anunciada durante o governo Michel Temer e defendida publicamente pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

O processo de titulação da área quilombola está parado há exatos 10 anos. O último ato ocorreu em novembro de 2008, quando o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) publicou o RTID (Relatório Técnico de Identificação e Delimitação), declarando que a área de 78 mil hectares –e onde vivem 3.350 famílias– seria ocupada por descendentes de escravos. A Aeronáutica, entretanto, quer mais 12 mil hectares do terreno para o projeto de expansão da base.

Bolsonaro defende ampliação No último dia 7, após encontro com a cúpula da Aeronáutica, Bolsonaro confirmou que uma das pautas foi o projeto de expansão da CLA. “Da minha parte, vai avançar, sim”, disse a jornalistas, na saída da reunião. Em publicações em suas redes sociais, dois dias após o encontro, Bolsonaro não só falou que pretende ampliar a base, como apresentou a ideia de capacitar quilombolas a trabalharem no local.

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