23
jun
2021

Desembargador libera integrante de quadrilha que roubou R$ 100 milhões de banco em Bacabal 

O bando composto por 30 criminosos utilizaram explosivos, armas de grosso calibre e de uso restrito para cometer a ação criminosa. Entre as vítimas da quadrilha está o morador Cleones Borges Araújo, que foi morto com um tiro de fuzil nas costas.

Decisão que beneficia o assaltante é do Desembargador José de Ribamar Fróz Sobrinho, do TJ-MA.

Decisão que beneficia o assaltante é do Desembargador José de Ribamar Fróz Sobrinho, do TJ-MA.

É do José de Ribamar Fróz Sobrinho, da Terceira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão, a decisão que mandou colocar em liberdade o assaltante Wagner César de Almeida envolvimento no roubo ao Banco do Brasil de Bacabal.

O crime aconteceu em 25 de novembro de 2018, quando foi levado R$ 100 milhões do banco e deixou um rastro de violência na cidade.

Fróz deferiu o pedido da defesa do assaltante, consolante o Habeas Corpus Criminal nº 0810478-49.2021.8.10.0000, na última sexta-feira, dia 18 de junho de 2021.

((CLIQUE AQUI E CONFIRA A ÍNTEGRA DA DECISÃO))

– Sobre o criminoso

De acordo com a polícia, Wagner César era integrante de um bando especialista em roubo a bancos. Junto com outros 29 criminosos utilizaram explosivos, armas de grosso calibre e de uso restrito para cometer a ação criminosa. Entre as vítimas do bando está o morador Cleones Borges Araújo, que foi morto com um tiro de fuzil nas costas, após passar próximo a uma barreira montada pela quadrilha. Depois disso, os assaltantes atacaram, com disparos de arma de fogo, a Delegacia Regional de Bacabal e os veículos foram incendiados.

Ainda de acordo com a polícia, o assalto foi comandado por José Francisco Lumes, Zé de Lessa. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, José era apontado como chefe de uma das facções criminosas mais violentas do estado da Bahia.

Wagner César estava preso no Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Além dele, Gelzimar Venâncio de Oliveira, Alexandre Gomes de Moura, Robson César Ferreira, George Ferreira Santos, Ricardo de Souza, José Eduardo Zacarias Barboni, Valdeir Carvalho e Fábio Batista de Oliveira foram condenados a mais de 100 anos de cadeia pelos crimes de receptação, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, formação de organização criminosa, latrocínio e outros crimes pela 1ª Vara Criminal de São Luís.

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