16
nov
2015

A condenação da Franere e o propinoduto de R$ 1,5 milhão a Stênio Rezende nunca explicado

FOTO STENIO RESENDE

Stênio nunca explicou o caso do propinoduto envolvendo a derrubada de palmeiras de babaçu na área onde foi construído o empreendimento imobiliário “Grand Park”.

Uma decisão da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) publicada dias atrás manteve condenação da empresa do ramo de engenharia civil Franere por condutas e atividades lesivas ao meio ambiente.

A empresa promoveu a derrubada de 12,58 hectares de palmeiras de babaçu, na área onde foi construído o empreendimento imobiliário “Grand Park”, na avenida dos Holandeses em São Luis.

O caso em questão foi pauta da imprensa durante o mês de dezembro de 2011, a repercussão foi protagonizada pelo deputado estadual Stênio Rezende(PMDB) acusado de receber pagamento de R$ 1,5 milhão referente a propina para a aprovação de um projeto de lei de sua autoria alterando a lei estadual que proíbe a derrubada de palmeiras de babaçu no Maranhão (Lei 4.734/86).

Passado quatro anos, o caso mal explicado  do “Escândalo do Babaçu” ressurge.

O episódio que acabou em pizza foi parar na Comissão de Ética da Assembleia Legislativa e até ganhou desdobramentos no Ministério Público, mas estranhamente as investigações pararam. Naquela ocasião, falou-se até em cassação de mandato caso fosse comprovado a materialidade da propina de Stênio Rezende.

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