04
maio
2016

Câmara cria duas CPI’s contra a gestão Malrinete Gralhada, em Bom Jardim

As comissões irão investigar suspeitas de desvio de recursos no Programa de Saúde Bucal (PSB), e apurar as denúncias de fraude milionário em processos licitatórios realizados pelo Município.

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A primeira CPI investigará suspeitas de desvio de recursos no Programa de Saúde Bucal (PSB).

Invocando o artigo 32, § 3º da Constituição do Estado, combinando com o artigo 24 do Regimento Interno da Câmara e o artigo 32 da Lei Orgânica do Município de Bom Jardim, cinco dos 13 vereadores do municipais, comemoram nesta terça-feira (03) a instalação de duas Comissões Parlamentares de Inquéritos (CPI’s) criadas com a finalidade de apurar fortes indícios de corrupção na gestão da prefeita Malrinete Gralhada (PMDB).

A primeira CPI investigará suspeitas de desvio de recursos no Programa de Saúde Bucal (PSB), já o segundo atuará no minucioso trabalho de apurar as denúncias de fraude milionário em processos licitatórios realizados pelo Município durante a atual gestão.

A provação só foi possível por quórum qualificado. Para receber a denúncia, segundo o regimento é necessário um terço dos vereadores, número esse alcançado pela oposição para a instauração das investigações.

As CPI’s são compostas por três membros e um suplente e têm um prazo de 120 dias prorrogáveis por mais 60 dias realizarem as investigações devidas afim de comprovar as supostas irregularidades.

Contrex

Os trabalhos das Comissões devem seguir o mesmo rumo das representações do Ministério Público. Um dos alvos é a empresa Contrex, do empresário Lucas Fernandes Neto, conhecido pela alcunha de Déde, que sozinho ganhou licitações nos vultuoso valores de R$ 3,2 milhões (LEMBRE).

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A outra Comissão apura as denúncias de fraude milionária em processos licitatórios.

Piaza & Cia

Outra empresa que será investigada pelos vereadores bom-jardinenses, possivelmente por também vender notas frias ou fictícias para justificar serviços não realizados é a empresa Piaza & Cia (J W Comércio E Serviços Eireli – EPP), do empresário Wilson Piazza Rodrigues Pinheiro. Empresa teria sido usada como “fachada” para fraudes que totalizam R$ 8,9 milhões.

Quem assinou 

Os corajosos vereadores que subscreveram as CPI’s foram: Maria Sônia Brandão de Jesus, Antônios Carlos Souza dos Anjos, Manoel da Conceição Ferreira FilhoHiateandreson Barbosa Leite e Sandra Regina Barbora Pereira.

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