08
ago
2016

Acredite, ainda de tornozeleira, Bia Venâncio retorna a política de Paço do Lumiar

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Sem receio algum, pregando moralidade e se dizendo vítima de perseguição Bia Venâncio levantou o braço de Raimundo Filho em Paço do Lumiar…

O clube da Assembleia, no Maiobão, foi palco de uma das maiores ‘molecagens’ já vista na política luminense. Tudo aconteceu durante a Convenção que homologou o nome de Raimundo Filho (PT) candidato a prefeito, na tarde da última sexta-feira (05).

É que a dona Glorismar Rosa Venâncio, mais conhecida como Bia Venâncio, prefeita de Paço do Lumiar, de 1º de janeiro de 2009 a 20 de setembro de 2012, até ser presa pela Polícia Federal, no deflagrar da Operação Allien, não titubeou em subir no palanque e pregar moralidade na política da cidade.

Ainda com a tornozeleira da PF, a “acusada de meter a mão no jarro” no período que esteve sob o comando dos cofres públicos, chegou ao evento abraçada do deputado estadual Adriano Sarney.  E durante seu pronunciamento, estufou o peito para indicar o jornalista Kim Lopes como vice na chapa de seu sucessor relâmpago, Raimundo Filho.

Com o nome e sobrenome impregnado na lama da política local, acreditem, a ex-prefeita agora busca por meio desta eleição, retornar ao poder e ressuscitar no município juntamente com seu filho, o ex-vereador Thiago Arôso.

Pior que o retorno de Bia à política, é ouvir dos que antes a taxavam de “quadrilheira, bandida, dilapidadora do patrimônio público” e tantos outros adjetivos, agora vangloriarem-se do apoio de Venâncio, e ainda exaltam suas qualidades: tais como “a força política de Venâncio em Paço do Lumiar”.

É mole?!

Nada como um dia após o outro…

Mais sobre Bia Venâncio…

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Tornozeleira de Bia continua viva na memória do povo de Paço do Lumiar como símbolo da corrupção…

Envolvida em escândalos de desvio de verbas desde 2009, com uma série de despesas sem comprovação no seu mandato, no total de quase 32 milhões de reais. As acusações de irregularidades contra Bia Venâncio referente ao período que esteve no comando dos cofres públicos foram: alterações orçamentárias na abertura de créditos adicionais, nas arrecadações do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) e Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), recolhimento dos tributos foi feito por um banco privado, repasses à Câmara Municipal maiores que o permitido, uso de créditos adicionais dos cofres municipais em desacordo com a Lei, omissão de despesas com obras realizadas pela prefeitura. 

Teve posteriormente o mandato cassado e foi condenada a um ano de prisão, além de pagamento de multa e ter que ficar sob o monitoramento da Polícia por meio de  tornozeleira eletreletrônica.

1 Comentário

  1. servidor disse:

    Rapaz esse Kim Lopes não tem vergonha na cara mesmo! Vive chamando os outros de bandido e se junta com essa Bia Venancio que roubou o que pode de paço do lumiar, pior ele ainda vive usando o nome de Deus. Tem cada pilantra nesse mundo! Agora um imbecil desses que não engana nós, quer enganar Deus. Te manca safado.

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