05
jun
2019

O embaraço envolvendo o caminhão das lojas ‘A Renovar’

Do último dia 15 de maio para este 05 de junho, o “caminhão do contrabando” já teve quatro proprietários, mas efetivamente, continua em nome da ‘A Renovar’.

Caminhão da “A Renovar” está apreendido no pátio da Superintendência da Polícia Federal no bairro da Cohama, em São Luís.

Desde que o caminhão das lojas “A Renovar” [placa MVX0427, Mercedes Benz/710] foi apreendido na segunda-feira (03) na estrada do município de Raposa com 327 caixas de cigarros contrabandeados, já apareceram quatro donos do veículo.

De acordo com o Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA) o carro de fato pertence as lojas “A Renovar”, no entanto, esta diz que o vendeu para um empresário identificado como Jacques Mendes, mas a empresa não apresenta nenhum comprovante de venda do carro.

Mesmo sem ter o documento comprobatório que o caminhão de fato o pertença, Jacques apresenta um recibo – datado do último dia 15 de maio – que, aliás, não está registrado em cartório, alegando que vendeu o veículo em 13 cheques pré-datados de R$ 5 mil para uma terceira pessoa, identificada como Vilson Rabelo.

Nesta quarta-feira (05), Vilson Rabelo entrou em contato com o Blog do Domingos Costa para apresentar um documento, sem data e sem registro em cartório, alegando que vendeu o veículo pelo mesmo valor que o comprou [R$ 65 mil] para uma quarta pessoa, identificada por Edjof Coelho Silva.

Ou seja, do último 15 de maio para este 05 de junho o “caminhão do contrabando” já teve quatro proprietários, mas efetivamente, continua em nome das lojas ‘A Renovar’.

– Interrogatório

O motorista Manoel Sousa Dias e seu comparsa…

O blog do DC teve acesso ao interrogatório do motorista do caminhão, Manoel Sousa Dias, preso no momento da abordagem da Polícia Militar.

As alegações do motorista do caminhão são mirabolantes e, é claro, os agentes da Polícia Federal que investigam o caso não acreditaram na versão dele.

Manoel Sousa alega ser morador do bairro do São Cristóvão e natural de Cuiabá-MT. Segundo ele, sua profissão é mecânico e, mesmo sem saber quem era o dono do caminhão, pegou o carro na oficina que trabalha onde o veículo estava fazendo manutenção.

Manoel disse à Polícia Federal que do São Cristóvão foi até a Raposa porque soube que um barco teria naufragado carregado de cigarros e que as caixas teriam ficado na areia da praia.

O motorista sustentou, ainda, que carregou o caminhão com 327 caixas de cigarros sozinho. E quando acabou, decidiu então, contratar um ajudante para auxiliá-lo na hora de descarregar em São Luís. E, por fim, disse que iria comercializar os cigarros no comércio local.

Os agentes da Polícia Federal logo constataram que diante das tantas contradições a versão do motorista não tinha sentido. Então refizeram as peguntas, nesse instante, Manoel Sousa Dias manifestou o desejo de ficar calado, obviamente, para acobertar o verdadeiro dono da carga de cigarro contrabandeada, bem como sua origem e destino.

1 Comentário

  1. blank Salim disse:

    Esse caminhão tem boca de jacaré, rabo de jacaré e couro de jacaré o nome dele é Alves o próprio dono da caminhão e das lojas A RENOVAR

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