05
jan
2016

Oscip INVISA, do Rio de Janeiro, dá calote em fornecedores no Maranhão

A empresa ganhou o concurso de projetos no estado do Maranhão para prestar serviços em diversas unidades da Secretaria de Estado da Saúde.

asaSe tem uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) que tem causado problema para o governo do Maranhão, o nome dessa é Instituto Vida e Saúde – INVISA.

A empresa ganhou o concurso de projetos no estado no dia 09 de abril de 2015, ficou então, a cargo da gestão das entidades de saúde: Hospital Nina Rodrigues; CAPS AD; CAPS III; Residência Terapêutica I, II e III; UAT Cohab; Hospital Regional Dr. José Murad; Hospital Geral de Monção, Hospital de Lago dos Rodrigues e Viana.

Os serviços prestados nessas unidades têm sido alvo de constantes reclamações. E se os pacientes não estão aprovando o trabalho da entidade com sede no Estado do Rio de Janeiro e apenas um escritório em São Luís, os funcionários e fornecedores que prestam serviço para a INVISA também desaprovam a atuação da Ocisp.

Nesta terça-feira(05), por exemplo, um empresário que prefere não revelar sua identidade, procurou o blog para denunciar que já chega a mais de R$ 100 mil a dívida em materiais descartáveis fornecidos para a INVISA e até agora nada de pagamento.

“O responsável da entidade alega que o Estado não pagou, mas entrei em contato com a Secretaria de Saúde e obtive a resposta que todos os pagamentos para a INVISA estão regulares”, disse o empresário.

Ainda de acordo com o fornecedor, os serviços contratados que estão suspensos diante da falta de pagamento, agora estão sendo fornecidos por outra empresa contratada, e pelas informações, também já em atrasos.

“Essa Ocisp está praticando uma espécie de calote, ela contrata de um empresa não paga e vai a procura de outra, onde também fica devendo, um ciclo vicioso, que na verdade, é um crime”, afirmou

Atraso de salário de funcionários

No mês de julho, funcionários terceirizados do Hospital Nina Rodrigues, em São Luís, onde a INVISA é a responsável, ameaçam paralisação dos serviços. Os trabalhadores reclamavam que após a mudança de empresa responsável pela contração dos serviços, os pagamentos estariam atrasados. O protesto ocorre também pelo não recebimento de benefícios trabalhistas e falta de formalização nos contratos com a empresa que gere diversas unidades de saúde no estado.

Outro lado

Em contato com a sede do Instituto Vida e Saúde (INVISA) no Rio de Janeiro, a empresa pediu para entrar em contato com o escritório em São Luís, mas no número de telefone fornecido as ligações não foram atendas.

Já o Governo do Maranhão, por meio da Secretária de Estado da Saúde, confirmou que todos os repasses para a entidade estão em dias.

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