Conheça a área que o juiz Clésio quer ‘tomar’ do povo de Zé Doca : Blog do Domingos Costa                                                                                                                                                                                                                     





Após a prefeitura demolir uma construção no Centro de Zé Doca, que o juiz Clésio Cunha diz pertencer a sua família, o magistrado emitiu uma ‘carta aberta’ repleta de acusações contra o deputado Josimar e a sua irmã, prefeita da cidade. Nesta noite (09), o parlamentar respondeu o magistrado no mesmo tom.

Acredite, a propriedade que o juiz diz ser de sua família é um canteiro público, um terreno no meio da cidade – numa área entre a biblioteca e o fundo da Igreja Matriz de Santo Antônio.

Não é bem como alega o juiz Clésio Cunha quando diz pertencer a família dele a posse de um terreno urbano na cidade de Zé Doca há 26 anos. As imagens aéreas obtidas com exclusividade pelo blog, mostram o contrário.

Trata-se de uma ocupação irregular, uma área pública da qual não resta qualquer dúvida da invasão a um canteiro público, localizado no centro do município – entre duas ruas (Três Poderes e Travessa do Comércio), em meio a biblioteca Farol do Saber e o fundo da Igreja Matriz de Santo Antônio.

Clésio diz que o “imóvel” está registrado em nome da sua filha, Letícia, no Cartório de Registro Imobiliário de Zé Doca. E além disso, foi regularizado na prefeitura no ano passado, 2016. E por fim, o juiz diz que o terreno possui Alvará de Construção dado pelo poder executivo.

Se de fato, a propriedade tiver toda essa documentação, então é cabível por parte do município uma Ação para responsabilizar os autores por expedir tanta documentação irregular!

Justificar perseguição política por conta da eleição municipal, movida a rivalidade/acusações e, ainda por cima, botar na balança o histórico familiar para pousar de vítima, não passa de pano de fundo para camuflar a ocupação irregular de área que todos sabem pertencer ao povo.

É, portanto, um espaço pertencente ao patrimônio público e não pode ser entregue ao particular, como quer o juiz Clésio.

E por fim, antes de concluir o post, lembro que as trocas de acusações de ambas as partes – que tem ganhado notoriedade na imprensa – em nada contribuem para revolver a problemática.


Página 1 de 11