Os policiais foram vistos pela última vez na cidade de Buriticupu, no oeste do estado, em novembro do ano passado.

Cabo Júlio César da Luz Pereira e o soldado Carlos Alberto Constantino Sousa desapareceram em novembro do ano passado…

Completou cinco meses do desaparecimento dos policiais militares que trabalhavam na 14ª Companhia independente da cidade de Buriticupu, na região oeste do estado.

O Cabo Júlio Cezar da Luz Pereira, conhecido como cabo Cezinha, e o soldado Carlos Alberto Constantino Sousa, desapareceram no dia 17 de novembro do ano passado. Desde esse período não há informações concretas que levem ao paradeiro dos militares.

Segundo informações da Companhia, o soldado Alberto Sousa estava de serviço naquela quinta – feira (17/11), mas pediu para ser liberado mais cedo, sob a condição de que estaria de plantão na 14º CIA no dia seguinte, no entanto, não apareceu. Já o cabo Cezinha, natural de Imperatriz, estava de licença do trabalho na companhia.

Testemunhas afirmam ter visto os praças em um posto de gasolina, na companhia de outro policial, o cabo Júlio Pereira, lotado na cidade de Estreito, região sul maranhense. No entanto, a polícia não confirma esta informação.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP), a investigação acontece em segredo de justiça.

Durante a posse dos novos policiais militares designados para a região tocantina, que aconteceu na última terça – feira (18) em Imperatriz, o comandante geral da Polícia Militar, coronel José Frederico Gomes Pereira, comentou que durante as investigações uma pessoa foi detida por suspeitas de participação no caso e que a polícia tem todo o interesse na solução deste caso.

“Tem detalhes maiores que não posso dizer, o desaparecimento dos policiais não deixou vestígios de que tenha sido sequestro, pois não houve qualquer sinal de pedido de resgate durante todo esse tempo. No mais estamos trabalhando para a resolução deste caso,” afirma o coronel.

Durante os cinco meses que sucederam o misterioso desaparecimento, diversos corpos sem identificação foram registrados em todo o estado como sendo dos militares.

As atribuições mais emblemáticas, foram corpos carbonizados encontrados em Arame, Pastos Bons, Nova Iorque, todas cidades do interior maranhense.

No entanto, após uma investigação mais aprofundada de cada um deles, foi comprovado que nenhuma das vítimas era de fato os dois policiais. Continue lendo no MA10


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