Corpo é velado na Casa do Maranhão, no Centro de São Luís (Foto: Danilo Quixaba/Mirante AM)

Corpo é velado na Casa do Maranhão, no Centro de São Luís (Foto: Danilo Quixaba/Mirante AM; Fonte G1-MA)

O corpo do cantor e compositor Papete é velado nesta manhã de sexta-feira (27), na Casa do Maranhão, região central de São Luís (MA). O velório pera a família teve início nas primeiras horas da manhã, às 6h, reservado à família e amigos. Às 9h, o velório foi aberto ao público. Pela tarde, às 14h, o cortejo segue rumo ao Cemitério Jardim da Paz, na Estrada de Ribamar, onde o corpo será cremado a pedido do próprio artista em vida.

José de Ribamar Viana, o Papete, morreu na madrugada dessa quinta-feira (26), aos 68 anos, de insuficiência cardiorrespiratória, segundo informou a família. Papete lutava contra um câncer de próstata e estava internado no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. O quadro havia piorado nos últimos dias. A Prefeitura de São Luís decretou luto oficial de três dias.

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Júnior Câmara acertou no gogó de Luis Fernando.

No Gogó – Foram certeiras e reveladoras as declarações do empresário e pré-candidato a vereador, Júnior Câmara, contra o pré-candidato a prefeito pelo PSDB, Luis Fernando Silva, a quem Câmara classificou de Mau Caráter (REVEJA) . Mais do que um desabafo, o filho do finado ex-prefeito Jota Câmara tornou pública uma situação que casa muito bem com o perfil ditador de LF: perseguir aqueles pré-candidatos ao Parlamento que não rezam na sua cartilha.

Não Colou – Picolé de Chuchu bem que tentou atacar Júnior Câmara publicando um texto mequetrefe, elaborado pela sua assessoria, em um blog pré-sal da cidade balneária. Mas a ideia não colou. O fato é que o desabafo do empresário deve surtir um efeito dominó com novas declarações públicas de outros pré-candidatos que também estão sofrendo com a perseguição de LF. É aguardar e conferir.

Nota Paz e Amor

Luis Fernando mandou Valente perdoar Sampaio.

Paz e Amor – Parece que o vice-prefeito Eudes Sampaio e o seu desafeto, o ex-secretário municipal Rodrigo Valente, se entenderam. Valente teria perdoado as traições de Sampaio, que a mando de Luis Fernando, que é tio de Rodrigo, agia nos bastidores e queimava de todas as formas a imagem do jovem ex-secretário.

Família Câmara com Julinho – A família do ex-prefeito Jota Câmara, que administrou São José de Ribamar em três oportunidades e ainda é tido por muitos como o melhor gestor que a cidade já teve, deve declarar, em breve, apoio ao pré-candidato e também ex-prefeito Júlio Matos, o Dr. Julinho. Os Câmaras não engolem as traições de Luis Fernando que, após ser eleito em 2004 com apoio decisivo de Jota Câmara, perseguiu e defenestrou centenas de ribamarenses que trabalhavam na prefeitura e tinham ligações com a família.

Gasparzinha Catarinense – A moça na foto é a professora catarinense Eliana, que hoje utiliza apenas o sobrenome Abdalla. Mas num passado recente, ela possuía um sobrenome mais famoso, o Moura da Silva. Eliana é ex-esposa de Luis Fernando Silva e durante cinco anos (de 2009 a 2013) foi funcionária fantasma no gabinete do deputado estadual Max Barros. A sinecura foi uma espécie de “toma lá, da cá”, uma vez que Barros foi apoiado em Ribamar por LF nas eleições de 2006 e 2010.

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Nomeação da ex-mulher de Luis Fernando como fantasma n gabinete do deputado Max Barros.

Negão Promete Engrossar – O vereador Negão promete engrossar o discurso, nestas próximas semanas, contra Picolé de Chuchu. Ele e outros parlamentares ainda não engoliram a trairagem de LF, que prometeu que o seu vice sairia da Câmara Municipal e, agora, quer empurrar goela a baixo o nome do atual vice, Eudes Sampaio, seu secretário particular.

O Choro é Livre – O desembarque do PSDB na pré-candidatura da deputada Eliziane Gama, em São Luís, foi um balde de água fria nas pretensões de Luis Fernando e Neto Evangelista. O primeiro enxergava no segundo, caso fosse eleito prefeito da capital, uma bela escada para retomar o seu sonho de lançar-se candidato a governador, em 2018, contra Flávio Dino.

Presidente do Legislativo Ribamarense…

Beto das Vilas Também – O presidente da Câmara Municipal, vereador Beto das Vilas, também deve assumir uma postura mais contundente contra Luis Fernando. Das Vilas ainda está atravessado com a patacoada promovida por Picolé no Parque Vitória, quando da realização do tal Planeja. LF, numa clara demonstração de desrespeito aos atuais vereadores presentes no evento, disse para a plateia que era necessário eleger novos parlamentares. Beto reagiu e peitou Picolé, que incitou uma sonora vaia quando o vereador fez uso da palavra.

Blogueiro Rasga Cartaz – Um blogueiro fogoió, que era situação e virou oposição depois de perder a boquinha na prefeitura, vive tão magoado com alguns companheiros de profissão que resolveu apelar. O cara está se prestando ao papel de rasgar cartazes de uma festa que será realizada em São José de Ribamar simplesmente porque um dos organizadores é editor de um site concorrente e trabalha na administração municipal. Que coisa feia, hein!

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A Prefeitura de Paço do Lumiar antecipará, mais uma vez, o pagamento de todos os servidores municipais. A determinação dada pelo prefeito Josemar Sobreiro para que a Secretaria de Administração e Finanças deposite os salários do mês de maio na conta dos funcionários, já nas primeiras horas deste sábado (28), deve aquecer as vendas do comércio local neste período.

O prefeito Josemar disse que, mais uma vez, o pagamento aos servidores estará liberado antes do prazo previsto, que poderia ser até a próxima sexta-feira, dia 3 de junho, ou seja, no terceiro dia útil do mês seguinte, conforme lei orçamentária de 2016. Essa medida foi possível por conta do ajuste financeiro e administrativo que vem sendo feito pelo Executivo Municipal luminense.

“Apesar da crise financeira que se abate sobre o país, temos conseguido manter o pagamento integral do funcionalismo antes mesmo do fechamento do mês. Desde que assumimos a administração de Paço do Lumiar nos preocupamos em manter a folha em dias, o que só foi possível porque temos trabalhado diuturnamente para otimizar a arrecadação, priorizando a deliberação da nossa receita para áreas estratégicas e pontuais para que a gestão possa continuar avançando”, destacou Josemar.

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“Com o afastamento do Sr. RICARDO DA SILVA GONÇALVES e de seu substituto, Sr. JORGE HENRIQUE MACEDO OLIVEIRA, deverá o Corregedor Geral da Justiça do Estado do Maranhão designar interventor para o 1º Cartório de Registro de Imóveis de São Luís/MA para responder precária e  emporariamente pela aludida serventia, em respeito ao §1º do art. 150 do Código de Divisão e Organização Judiciárias do Estado do Maranhão.”, diz a MINISTRA NANCY ANDRIGHI, Corregedora Nacional de Justiça

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Nas conversas entre José Sarney (PMDB-AP) e ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, não só o ex-presidente chegou a prometer ajuda ao investigado na Lava Jato como confidenciou caso de resistência a uma transição com Michel Temer, que disse que a delação da Odebrecht é “metralhadora de ponto 100”.

Para Sarney, possível delação da Odebrecht seria ‘metralhadora ponto 100’, revela jornal

Em mais um áudio obtido pelo jornal Folha de São Paulo, o ex-presidente da República José Sarney(PMDB-AP) afirmou ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que a delação premiada em negociação pela empreiteira Odebrecht seria “é uma metralhadora de [calibre] ponto 100”.

Este é o segundo áudio que vem a tona nesta quarta-feira (25). No anterior, Sarney afirmou que ajudaria Machado a fugir de Sergio Moro.

Nesta versão, o ex-presidente também relacionou a empresa a uma ação irregular que a presidente afastada Dilma Rousseff (PT) teria feito durante uma de suas campanhas eleitorais.

“Nesse caso, ao que eu sei, o único em que ela [Dilma] está envolvida diretamente é que falou com o pessoal da Odebrecht para dar para campanha do… E responsabilizar aquele [inaudível]”, diz o jornal.

Além de Sarney, Renan Calheiros (PMDB-AL) também menciona o fato de que uma eventual delação da empreiteira atingiria a presidente Dilma.

Sarney afirma, ainda segundo o jornal, que “tudo isso” era de responsabilidade do governo. “Esse negócio da Petrobras, só os empresários que vão pagar, os políticos? E o governo que fez isso tudo, hein?”, indagou o ex-presidente.

No assunto, Sérgio Machado disse que Lula “acabou”. “O Lula acabou, o Lula coitado deve estar numa depressão”, concordou Sarney.

Machado usou as conversas realizadas em março deste ano justamente com esses interlocutores para fechar um acordo de delação premiada com a Procuradoria Geral da República. O contrato foi homologado pelo ministro do STF Teori Zavascki nesta terça-feira (24).

Como resposta ao jornal, em nota, o ex-presidente Sarney diz que não tem como responder às perguntas pontuais feitas pela Folha por não conhecer o inteiro teor dos áudios.

Veja a íntegra da transcrição dos diálogos abaixo:

Primeira conversa

Sarney -­ Olha, o homem está no exterior. Então a família dele ficou de me dizer quando é que ele voltava. E não falei ontem porque não me falou de novo. Não voltou. Tá com dona Magda. E eu falei com o secretário.

Machado – ­ Eu vou tentar falar, que o meu irmão é muito amigo da Magda, para saber se ele sabe quando é que ela volta. Se ele me dá uma saída.

Machado ­ Presidente, então tem três saídas para a presidente Dilma, a mais inteligente…

Sarney ­- Não tem nenhuma saída para ela.

Machado ­…ela pedir licença.

Sarney -­ Nenhuma saída para ela. Eles não aceitam nem parlamentarismo com ela.

Machado ­- Tem que ser muito rápido.

Sarney -­ E vai, está marchando para ser muito rápido.

Machado ­- Que as delações são as que vem, vem às pencas, não é?

Sarney -­ Odebrecht vem com uma metralhadora de ponto 100.

Machado ­- Olha, acabei de sair da casa do nosso amigo. Expliquei tudo a ele [Renan Calheiros], em todos os detalhes, ele acha que é urgente, tem que marcar uma conversa entre o senhor, o Romero e ele. E pode ser aqui… Só não pode ser na casa dele, porque entra muita gente. Onde o senhor acha melhor?

Sarney -­ Aqui.

Machado ­- É. O senhor diz a hora, que qualquer hora ele está disponível, quando puder avisar o Romero, eu venho também. Ele [Renan] ficou muito preocupado. O sr. viu o que o [blog do] Camarotti botou ontem?

Sarney ­ -Não.

Machado ­- Alguém que vazou, provavelmente grande aliado dele, diz que na reunião com o PSDB ele teria dito que está com medo de ser preso, podia ser preso a qualquer momento.

Sarney ­ Ele?

Machado -­ Ele, Renan. E o Camarotti botou. Na semana passada, não sei se o senhor viu, numa quinta ou sexta, um jornalista aí, que tem certa repercussão na área política, colocou que o Renan tinha saído às pressas daqui com medo dessa condição, delações, e que estavam sendo montadas quatro operações da Polícia Federal, duas no Nordeste e duas aqui. E que o Teori estava de plantão… Desculpe, presidente, não foi quinta não. Foi sábado ou domingo. E que o Teori estava de plantão com toda sua equipe lá no

Ministério e que isso significaria uma operação… Isso foi uma… operação que iria acontecer em dois Estados do Nordeste e dois no sul. Presidente, ou bota um basta nisso… O Moro falando besteira, o outro falando isso. [inaudível] ‘Renan, tu tem trinta dias que a bola está perto de você, está quase no seu colo’. Vamos fazer uma estratégia de aproveitar porque acabou. A gente pode tentar, como o Brasil sempre conseguiu, uma solução não sangrenta. Mas se passar do tempo ela vai ser sangrenta. Porque o Lula, por mais fraco que esteja, ele ainda tem… E um longo processo de impeachment é uma loucura.

E ela perdeu toda… […] Como é que a presidente, numa crise desse tamanho, a presidente está sem um ministro da Justiça? E não tem um plano B, uma alternativa. Esse governo acabou, acabou, acabou. Agora, se a gente não agir… Outra coisa que é importante para a gente, e eu tenho a informação, é que para o PSDB a água bateu aqui também. Eles sabem que são a próxima bola da vez.

Sarney ­- Eles sabem que eles não vão se safar.

Machado -­ E não tinham essa consciência. Eles achavam que iam botar tudo mundo de bandeja… Então é o momento dela para se tentar conseguir uma solução a la Brasil, como a gente sempre conseguiu, das crises. E o senhor é um mestre pra isso. Desses aí o senhor é o que tem a melhor cabeça. Tem que construir uma solução. Michel tem que ir para um governo grande, de salvação nacional, de integração e etc etc etc.

Sarney ­- Nem Michel eles queriam, eles querem, a oposição. Aceitam o parlamentarismo. Nem Michel eles queriam. Depois de uma conversa do Renan muito longa com eles, eles admitiram, diante de certas condições.

Machado ­- Não tem outa alternativa. Eles vão ser os próximos. Presidente: não há quem resista a Odebrecht.

Sarney ­- Mas para ver como é que o pessoal..

Machado ­- Tá todo mundo se cagando, presidente. Todo mundo se cagando. Então ou a gente age rápido. O erro da presidente foi deixar essa coisa andar. Essa coisa andou muito. Aí vai toda a classe política para o saco. Não pode ter eleição agora.

Sarney ­- Mas não se movimente nada, de fazer, nada, para não se lembrarem…

Machado -­ É, eu preciso ter uma garantia

Sarney ­- Não pensar com aquela coisa apress… O tempo é a seu favor. Aquele negócio que você disse ontem é muito procedente. Não deixar você voltar para lá [Curitiba]

Machado ­- Só isso que eu quero, não quero outra coisa.

Sarney -­ Agora, não fala isso.

Machado ­- Vou dizer pro senhor uma coisa. Esse cara, esse Janot que é mau caráter, ele disse, está tentando seduzir meus advogados, de eu falar. Ou se não falar, vai botar para baixo. Essa é a ameaça, presidente. Então tem que encontrar uma… Esse cara é muito mau caráter. E a crise, o tempo é a nosso favor.

Sarney ­- O tempo é a nosso favor.

Machado ­- Por causa da crise, se a gente souber administrar. Nosso amigo, soube ontem, teve reunião com 50 pessoas, não é assim que vai resolver crise política. Hoje, presidente, se estivéssemos só nos três com ele, dizia as coisas a ele. Porque não é se reunindo 50 pessoas, chamar ministros.. Porque a saída que tem, presidente, é essa que o senhor falou é isso, só tem essa,parlamentarismo. Assegurando a ela e o Lula que não vão ser… Ninguém vai fazer caça a nada. Fazer um grande acordo com o Supremo, etc, e fazer, a bala de Caxias, para o país não explodir. E todo mundo fazer acordo porque está todo mundo se fodendo, não sobra ninguém. Agora, isso tem que ser feito rápido. Porque senão esse pessoal toma o poder… Essa cagada do Ministério Público de São Paulo nos ajudou muito.

Sarney -­ Muito.

Machado -­ Muito, muito, muito. Porque bota mais gente, que começa a entender… O [colunista da Folha] Janio de Freitas já está na oposição, radicalmente, já está falando até em Operação Bandeirante. A coisa começou… O Moro começou a levar umas porradas, não sei o quê. A gente tem que aproveitar ess… Aquele negócio do crime do político [de inação]: nós temos 30 dias, presidente, para nós administrarmos. Depois de 30 dias, alguém vai administrar, mas não será mais nós. O nosso amigo tem 30 dias. Ele tem sorte. Com o medo do PSDB, acabou com ele, e no colo dele, uma chance de poder ser ator desse processo. E o senhor, presidente, o senhor tem que entrar com a inteligência que não tem. E experiência que não tem. Como é que você faz reunião com o Lula com 50 pessoas, como é que vai querer resolver crise, que vaza tudo…

Sarney -­ Eu ontem disse a um deles que veio aqui: ‘Eu disse, Olhe, esqueçam qualquer solução convencional. Esqueçam!’.

Machado ­- Não existe, presidente.

Sarney ­ ‘Esqueçam, esqueçam!’

Machado ­- Eu soube que o senhor teve uma conversa com o Michel.

Sarney ­- Eu tive. Ele está consciente disso. Pelo menos não é ele que…

Machado -­ Temos que fazer um governo, presidente, de união nacional.

Sarney ­- Sim, tudo isso está na cabeça dele, tudo isso ele já sabe, tudo isso ele já sabe. Agora, nós temos é que fazer o nosso negócio e ver como é que está o teu advogado, até onde eles falando com ele em delação premiada.

Machado ­- Não estão falando.

Sarney -­ Até falando isso para saber até onde ele vai, onde é mentira e onde é valorização dele.

Machado ­- Não é valoriz… Essa história é verdadeira, e não é o advogado querendo, e não é diretamente. É [a PGR] dizendo como uma oportunidade, porque ‘como não encontrou nada…’ É nessa.

Sarney -­ Sim, mas nós temos é que conseguir isso. Sem meter advogado no meio.

Machado -­ Não, advogado não pode participar disso, eu nem quero conversa com advogado. Eu não quero advogado nesse momento, não quero advogado nessa conversa.

Sarney -­ Sem meter advogado, sem meter advogado, sem meter advogado.

Machado -­ De jeito nenhum. Advogado é perigoso.

Sarney -­ É, ele quer ganhar…

Machado -­ Ele quer ganhar e é perigoso. Presidente, não são confiáveis, presidente, você tá doido? Eu acho que o senhor podia convidar, marcar a hora que o senhor quer, e o senhor convidava o Renan e Romero e me diz a hora que eu venho. Qual a hora que o senhor acha melhor para o senhor?

Sarney ­- Eu vou falar, já liguei para o Renan, ele estava deitado.

Machado -­ Não, ele estava acordado, acabei de sair de lá agora.

Sarney ­- Ele ligou para mim de lá, depois que tinha acordado, e disse que ele vinha aqui. Disse que vinha aqui

Machado ­- Ele disse para o senhor marcar a hora que quiser. Então como faz, o senhor combina e me avisa?

Sarney ­- Eu combino e aviso.

[…]

Machado ­- O Moreira [Franco] está achando o quê?

Sarney -­ O Moreira também tá achando que está tudo perdido, agora, não tem gente com densidade para… [inaudível]

Machado -­ Presidente, só tem o senhor, presidente. Que já viveu muito. Que tem inteligência. Não pode ser mais oba ­oba, não pode ser mais conversa de bar. Tem que ser conversa de Estado ­Maior. Estado ­Maior analisando. E não pode ser um […] que não resolve. Você tem que criar o núcleo duro, resolver no núcleo duro e depois ir espalhando e ter a soluç… Agora, foi nos dada a chave, que é o medo da oposição.

Sarney -­ É, nós estamos… Duas coisas estão correndo paralelo. Uma é essa que nos interessa. E outra é essa outra que nós não temos a chave de dirigir. Essa outra é muito maior. Então eu quero ver se eu… Se essa chave… A gente tendo…

Machado -­ Eu vou tentar saber, falar com meu irmão se ele sabe quando é que ela volta.

Sarney -­ E veja com o advogado a situação. A situação onde é que eles estão mexendo para baixar o processo.

Machado -­ Baixar o processo, são duas coisas [suspeitas]: como essas duas coisas, Ricardo, que não tem nada a ver com Renan, e os 500, que não tem nada a ver com o Renan, eles querem me apartar do Renan…

Sarney ­- Eles quem?

Machado -­ O Janot e a sua turma. E aí me botar pro Moro, que tem pouco sentido ficar aqui. Com outro objetivo.

Sarney -­ Aí é mais difícil, porque se eles não encontraram nada, nem no Renan nem no negócio, não há motivo para lhe mandar para o Paraná.

Machado ­- Ele acha que essas duas coisas são motivo para me investigar no Paraná. Esse é o argumento. Na verdade o que eles querem é outra coisa, o pretexto é esse. Você pede ao [inaudível] para me ligar então?

Sarney ­- Peço. Na hora que o Renan marcar, eu peço… Vai ser de noite.

Machado -­ Tá. E o Romero também está aguardando, se o senhor achar conveniente.

Sarney -­ [sussurrando] Não acho conveniente.

Machado ­ Não? O senhor que dá o tom.

Sarney -­ Não acho conveniente. A gente não põe muita gente.

Machado -­ O senhor é o meu guia.

Sarney ­- O Amaral Peixoto dizia isso: ‘duas pessoas já é reunião. Três é comício’.

Machado -­ [rindo]

Sarney -­ Então três pessoas já é comício.

Machado -­ Presidente, o cara [Sérgio Moro] agora seguiu aquela estratégia, de ‘deslegitimizar’ as coisas, agora não tem ninguém mais legítimo para falar mais nada. Pegou Renan, pegou o Eduardo, desmoralizou o Lula. Agora a Dilma. E o Supremo fez essa suprema… rasgou a Constituição.

Sarney -­ Foi. Fez aquele negócio com o Delcídio. E pior foi o Senado se acovardar de uma maneira… [autorizou prisão do então senador].

Machado -­ O Senado não podia ter aceito aquilo, não.

Sarney -­ Não podia, a partir dali ele acabou. Aquilo é uma página negra do Senado.

Machado ­- Porque não foi flagrante delito. Você tem que obedecer a lei.

Sarney -­ Não tinha nem inquérito!

Machado -­ Não tem nada. Ali foi um fígado dos ministros. Lascaram com o

André Esteves.. Agora pergunta, quem é que vai reagir?

[…]

Machado -­ O Senado deixar o Delcídio preso por um artista.

Sarney ­- Uma cilada.

Machado -­ Cilada.

Sarney -­ Que botaram eles. Uma coisa que o Senado se desmoralizou. E agora o Teori acabou de desmoralizar o Senado porque mostrou que tem mais coragem que o Senado, manda soltar.

Machado -­ Presidente, ficou muito mal. A classe política está acabada. É um salve-­se quem puder. Nessa coisa de navio que todo mundo quer fugir, morre todo mundo.

[…]

Sarney ­- Eu soube que o Lula disse, outro dia, ele tem chorado muito. […] Ele está com os olhos inchados.

[…]

Sarney ­- Nesse caso, ao que eu sei, o único em que ela está envolvida diretamente é que ela falou com o pessoal da Odebrecht para dar para campanha do… E responsabilizar aquele [inaudível]

Machado -­ Isso é muito estranho [problemas de governo]. Presidente, você pegar um marqueteiro, dos três do Brasil. […] Deixa aquele ministério da Justiça que é banana, só diz besteira. Nunca vi um governo tão fraco, tão frágil e tão omisso. Tem que alguém dizer assim ‘A presidente é bunda mole’. Não tem um fato positivo.

[…]

Sarney -­ E o Renan cometeu uma ingenuidade. No dia que ele chegou, quem deu isso pela primeira vez foi a Délis Ortiz. Eu cheguei lá era umas 4 horas, era um sábado, ele disse ‘já entreguei todos os documentos para a Delis Ortiz, provando que eu… que foi dinheiro meu’. Eu disse: ‘Renan, para jornalista você não dá documento nunca. Você fazer um negócio desse. O que isso vai te trazer de dor de cabeça’. Não deu outra.

Machado -­ Renan erra muito no varejo. Ele é bom. […] Presidente, não pode ser assim, varejista desse jeito.

[…]

Sarney ­- Tudo isso é o governo, meu Deus. Esse negócio da Petrobras só os empresários que vão pagar, os políticos? E o governo que fez isso tudo, hein?

Machado -­ Acabou o Lula, presidente.

Sarney ­- O Lula acabou, o Lula coitado deve estar numa depressão.

Machado -­ Não houve nenhuma solidariedade da parte dela.

Sarney ­- Nenhuma, nenhuma. E com esse Moro perseguindo por besteira.

Machado ­- Tomou conta do Brasil. O Supremo fez a pedido dele.

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Ricardo Gonçalves chegou no Cartório de Imoveis no dia 11 de junho de 2014.

Atendendo a uma representação da Associação dos Notários e Registradores do Estado do Maranhão (Anoreg), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) “derrubou” na tarde desta quarta-feira(25), o titular da Serventina Extrajudicial de Passagem Franca, Ricardo da Silva Gonçalves do comando do cartório da 1ª Zona de Imóveis da Capital, considerado o mais rentável de todo o Maranhão.

Ricardo completaria dois anos a frente do Cartório no dia 11 do próximo mês. Ele chegou na Rua do Sol, nº 65, no Centro de São Luís, por meio de uma intervenção da corregedoria geral de Justiça do Maranhão, em 2014, que determinou sua remuneração mensal de, no máximo, 90,25% do subsídio mensal dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Mais detalhes a qualquer momento…

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Orçada em quase R$ 2 milhões e com prazo inicial de entrega em quatro meses, ordem de serviço foi assinada no dia 24 de fevereiro.

A Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) notificou a construtora responsável pela obra de requalificação do Cais de São José de Ribamar pelo não cumprimento de compromissos contratuais, o que levou à paralisação dos serviços. A ação foi feita de acordo com a Lei 8.666, que determina um prazo de cinco dias para que a empresa explique os motivos que levaram à não observância dos prazos e compromissos contratuais firmados. Ao final deste período, que se encerra em 2 de junho, caso a notificada não se mostre apta a honrar o contrato, será iniciado o processo de convocação da segunda colocada no pleito licitatório.

As obras no Cais de Ribamar foram iniciadas em fevereiro deste ano, com projeto elaborado pela equipe de Engenharia da Emap, que é responsável pela infraestrutura do terminal delegado. O foco do projeto é a recuperação do cais com a possibilidade de dar apoio a pequenas embarcações, mas sem perder de vista a vocação turística do município.

A requalificação do Cais de Ribamar é uma antiga demanda da população do município que o Governo do Estado atendeu. As obras de revitalização e urbanização contemplam melhorias na área do entorno, ponte e píer do cais, incluindo restauração da iluminação, pavimentação e recuperação estrutural, construção de uma área de passeio público com praça, arborização, ciclovias e academia ao ar livre. Além disso está prevista a instalação de um posto policial.

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Sarney manifestou preocupação sobre uma eventual delação de Machado.

Em conversa gravada pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) prometeu a ele que poderia ajudá-lo a evitar que seu caso fosse transferido para a vara do juiz federal Sérgio Moro, em Curitiba (PR), mas “sem meter advogado no meio”. As informações são do jornal Folha de S. Paulo. Machado é investigado pela Operação Lava Jato e fechou acordo de delação premiada no Supremo Tribuna Federal.

Em um dos diálogos, gravados em março, Sarney manifestou preocupação sobre uma eventual delação de Machado. “Nós temos é que fazer o nosso negócio e ver como é que está o teu advogado, até onde eles falando com ele em delação premiada”, disse o ex-presidente.

De acordo com a Folha, Machado respondeu que havia insinuações, provavelmente da Procuradoria-Geral da República (PGR), por uma delação. Sarney explicou a estratégia: “Mas nós temos é que conseguir isso [o pleito de Machado]. Sem meter advogado no meio”.

Em conversa gravada pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) prometeu a ele que poderia ajudá-lo a evitar que seu caso fosse transferido para a vara do juiz federal Sérgio Moro, em Curitiba (PR), mas “sem meter advogado no meio”. As informações são do jornal Folha de S. Paulo. Machado é investigado pela Operação Lava Jato e fechou acordo de delação premiada no Supremo Tribuna Federal.

Em um dos diálogos, gravados em março, Sarney manifestou preocupação sobre uma eventual delação de Machado. “Nós temos é que fazer o nosso negócio e ver como é que está o teu advogado, até onde eles falando com ele em delação premiada”, disse o ex-presidente.

De acordo com a Folha, Machado respondeu que havia insinuações, provavelmente da Procuradoria-Geral da República (PGR), por uma delação. Sarney explicou a estratégia: “Mas nós temos é que conseguir isso [o pleito de Machado]. Sem meter advogado no meio”.

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2016-05-25 14.36.25Elias Rafael Santos de Paiva, o “Tropical”; Marcos Antônio de Carvalho, o “Marco Latro”; Cilas Pereira Borges; Wilton Torres, o “Espiga”, e Cristiano Nunes Moraes, o “Cris Braw”, foram apresentados ontem (24) por suspeita de ordenar os ataques a ônibus na região metropolitana de São Luís. Eles são detentos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, e, segundo a polícia, integram a facção Bonde dos 40.

Com estes cinco, subiu para dez o número de mentores dos ataques autuados, pois, no último dia 20, a Polícia Civil havia lavrado o flagrante de Wilderley Moraes, o “Paiakan”; Carlos César Viegas, o “Carlito”; Henrique Borges Chagas, conhecido como “MC Sadrack” – que compõe canções de rap para o Bonde, e Leanderson Nonato dos Santos, o “Léo Pirento”. Estes, assim como os demais, teriam determinado que seus comparsas soltos ateassem fogo nos coletivos.

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Eudes diz que os boatos certamente saíram da mente criativa de pessoas desocupadas, desinformadas…

Indagado pelo titular do blog acerca da possível desistência da pre-candidatura a prefeito de Raposa, o presidente da Câmara de Vereadores, Eudes Barros (PR) foi curto e direto: “Jamais”, respondeu.

Barros que recebe apoio do prefeito Clodomir de Oliveira (PMDB), emitiu uma nota alegando serem “infundados os boatos acerca de uma possível mudança de posição sua, com relação a pré-candidatura”.

E diz ainda “ser inverídico e inconsistente a desistência, que/ou estaria fazendo composição com qualquer outro (a) pré-candidatura.”

O blog apurou que os rumores implantados contra o vereador quanto ao abandono na disputa pela prefeitura, partiu de aliados da também pré-candidata Ociléia Paraíba (PRB).

A advogada filha do ex-prefeito Paraíba – cunhada de Barros – sente-se prejudicada com as pretensões de Eudes; quer que ele decline e a apoie.

Ociléia acredita que a divisão do grupo que vendeu a candidata do governador Flávio Dino em 2012, só favorece a vitória tranquila de Talita Laci (PCdoB) na eleição de outubro.

Ora, se a filha de Paraíba almeja tanto pela união, porque não desiste da candidatura e declara apoio a Eudes Barros???

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